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Os Santos, apesar de serem poucos, mudam o mundo, destacou Bento XVI em Erfurt

ppbxvicastelgandolfo060711Erfurt (Segunda-feira, 26-09-2011, Gaudium Press) Na manhã de sábado, 24, penúltimo dia de sua visita à Alemanha, o Papa Bento XVI presidiu uma Santa Missa na Praça da Catedral, em Erfurt, na presença de 30 mil pessoas. A celebração eucarística se inseriu no contexto histórico da viagem do pontífice ao país bávaro. A região da Turíngia, onde fica localizado Erfurt, fez parte da República Democrática Alemã, onde o sistema político que imperava era o comunismo.

No início de seu discurso aos presentes, o Santo Padre lembrou deste episódio marcante na história da região, recordando também o período nazista. Conforme Bento XVI, ambas as ditaduras – a comunista e a comandada por Hitler -tiveram um efeito sobre a fé parecido “com o que tem a chuva ácida”. Neste contexto, o Papa agadeceu aos eclesiásticos e leigos que mantiveram a fé nos tempos difíceis da Alemanha dividida.

Após mencionar as ditaduras, que tolheram as ações dos indivíduos que viveram naquela época, Bento XVI referiu-se ao novo contexto de liberdade, que ” ajudou a dar ao homem uma dignidade maior e a abrir novas e variadas possibilidades”. Neste sentido, o pontífice menciou os santos padroeiros venerados na Turíngia: Isabel, Bonifácio, Kilian e Severo, como exemplos de pessoas que viveram a fé com liberade.

“Os Santos nos mostram que é possível e que é bom viver em relação com Deus e viver esta relação de modo radical, colocando-O em primeiro lugar e não como uma realidade qualquer entre outras”, destacou o pontífice, concluindo: “Os Santos, apesar de serem poucos, mudam o mundo.

Após a Santa Missa, o Papa deixou a cidade de Erfurt, e se transferiu para Friburgo, no sul do país, última etapa desta primeira visita oficial a seu país.

A primeira visita do Papa Bento XVI como chefe de estado à sua terra natal foi também um agradecimento pela Alemanha unida. Por esta razão, o pontífice quis presidir as celebrações litúrgicas nos lugares onde as pessoas sofreram por causa da fé e para agradecer por transmitirem a fé às outras gerações. (AA).

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