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Resposta ao ateu J. E.

Resposta dada ao “ateu” J. E. que questionou o vídeo publicado no espaço Religião-Ateísmo, intitulado: ”O ateu não sabe no que crê”.

Segue a citação de nosso irmão:

Acho que a ignorância reina em sua mente [pessoa que postou isso]. O ateu não sabe no que crê e você não sabe o que é um dicionário, pelo menos parece. O ateu é aquele que não crê em divindade, deus, espírito, demônios e essas coisas que não podem ser comprovadas.Não é porque está escrito, que algo se torna verdade. Sou ateu, mas se um dia, eu visse uma assombração, espírito ou alguma outra coisa não material – algo espiritual, pronto! Com certeza eu mudaria de idéia. Um ateu não é o cara que quer fazer ao contrário, é apenas um cara que não aceita coisas sem provas.

Obs: Desculpe por ter sido áspero no inicio, mas o título desse post pediu uma reação assim. Pesquise, estude e comprove.

O desaforo de nosso irmão estão em vermelho, nossa resposta está em cor azul.

Acho que a ignorância reina em sua mente [pessoa que postou isso].

Desculpe-me, mas ignorante eu era quando adepto do ateísmo. Isso sim é verdadeira ignorância! Quanto a minha ignorância mental, como você acertou? Quando eu era ateu, verdadeiramente não tinha nada na mente. Pois para aceitar a falácia “do nada que criou tudo” só tendo a mente muito tapada e vazia mesmo ao ponto de professar essa ignorância.

1. O ateu não sabe no que crê e você não sabe o que é um dicionário, pelo menos parece.

Percebi que você é ateu principiante, eu já encontrei e debati com alguns de carteirinha, militantes, e alguns por opção mesmo, porém nunca iriam cometer uma garfe como a sua. Um ateu mesmo nunca buscaria o significado de ateísmo no dicionário de português, até porque o ateísmo exige princípios filosóficos para ser compreendido. Portanto não me venha com uma resposta tirada do dicionário Aurélio que mostra apenas um significado superficial ao ponto de ser patético.

A partir deste momento, resolvi dividir em partes para elucidar a questão e desmascarar as técnicas falaciosas de nosso amigo ateu.

a) O ateu é aquele que não crê[…]

Pode até não crer em Deus, mas sua atitude equivale ao ato fé de um cristão, mesmo que seja às avessas.

É obvio que o ateu não crer em Deus! Porém é interessante notar que nosso amigou ateu não leva em conta que sua “não crença em Deus” equivale a um ato de fé, tornando ele um crente. O ateísmo não tem evidências para comprovar a inexistência de Deus, e na ausência de evidências ele tem que adotar uma fé para preencher as lacunas ao qual não tem respostas.

Tomando as palavras Henry: “O ateísmo é uma forma de fé…A incredulidade é, antes do mais, uma crença.”. Bom, agora você sabendo que é um homem de fé, basta apenas uma disposição de sua parte, para que Deus com sua graça infunda em seu coração o dom da fé, lhe tornando um autentico Cristão!

b) […] coisas que não podem ser comprovadas.

Não podem ser comprovadas?  O termo ateísmo implica afirmar e comprovar que Deus não existe. Parece que nosso amigo está mais perdido que cego em tiroteio, provando mais do que nunca que ele mesmo não sabe em que crê.

Ateísmo refere-se tanto à rejeição ao teísmo, quanto à afirmação de que divindades não existem.[1] No sentido mais amplo, significa não acreditar a existência de divindades.[2] Filósofos como Antony Flew, Michael Martin, e William L. Rowe têm analisado o ateísmo forte (positivo). Ateísmo forte é a afirmação explícita de que os deuses não existem.

Visando definir o termo ateísmo, nosso amigo faz uma confusão tremenda entre ateísmo e agnosticismo. Primeiramente, na filosofia o ateísmo significa negar a existência de Deus, afirmar que Deus não existe – uma posição que não pode ser provada. Já o Agnosticismo é uma forma mais intelectualmente honesta do ateísmo. O agnosticismo argumenta que a existência de Deus pode ou não ser comprovada – que é impossível saber se Deus existe. Enfim, enquanto o ateísmo afirma a inexistência de Deus, o agnosticismo é mais humilde, apenas argumenta ser impossível saber se Ele existe.

Nosso amigo se diz ateu e conceituou o ateísmo de forma totalmente agnóstica, porque será?

Nosso amigo esconde a afirmação – Deus não existe – dita pelo ateísmo, pois se o ateísmo fosse tomado como a posição de que Deus não existe, os ateus teriam que suportar o ônus da prova para justificar tal posicionamento. Muitos ateus admitem abertamente que eles não podem suportar tal ônus. Por isso, eles tentam evitar esta responsabilidade ao ponto de redefinir o ateísmo de modo a torná-lo não mais uma posição, mas apenas uma condição, que, como tal, não faz asserções, ou seja, afirmações.

Não conseguindo encarar o fato, nosso amigo buscou redefinir o termo ateísmo. Tal redefinição do termo torna trivial a afirmação do ateísmo, pois, nesta redefinição, o ateísmo deixa de ser um posicionamento ou afirmação. Ele se torna apenas um estado psicológico compartilhado por um grupo de pessoas com diferentes visões sobre diferentes questões, ou que não têm visão nenhuma acerca de nada. De acordo com esta redefinição, até mesmo os bebês, que não têm opinião formada acerca de coisa alguma são considerados ateus! Na verdade, até meu cachorro, o pingo, pode ser considerado ateísta, já que ele (até onde sei) não possui crença em Deus por não possuir consciência de tal.

Na verdade nosso amigo é agnóstico enrustido, que deseja apresentar-se como ateu. Sem responder pelas suas responsabilidades.

Vamos reformular a frase de nosso amigo ateu para quando ele entrar em outro site, definir de uma forma mais convincente o conceito de ateísmo.

O ateu é aquele que nega a existência de Deus, afirma que Deus não existe – uma posição que não pode ser provada. Logo eu sou ateu, não por argumentar que seja impossível saber se Deus existe – mais por afirmar, comprovar que Ele não existe.(É lógico que esta afirmação nunca existiu, as afirmações atéias não são nada mais que suposições mentirosas sendo vendidas aos tolos que as tomam como uma verdade ) ” Grifos meus.

c) “[…]não pode ser comprovadas”

Nosso amigo fala com uma propriedade, como se o ateísmo comprovasse alguma coisa!

Por que será que nosso amigo se esqueceu de mencionar que o ateísmo contemporâneo não é o resultado de um estudo que comprove a inexistência de Deus, mais é simplesmente uma questão de opção? Quem diz que Deus não existe não diz por que tem certeza do que assevera.

A própria história desmascara tudo isso. Certos ateus na metade do século XX promoveram a chamada “presunção do ateísmo”. Em primeira instância, esta seria a afirmação de que na falta de evidências para a existência de Deus, deve-se presumir que Ele não existe. Assim os ateus não podendo afirmar que Deus não existe, jogaram a responsabilidade aos teístas. Portanto se vangloriar em dizer que se é ateu, apenas por acreditar no que é “comprovado”, é uma tremenda mentira já que o próprio ateísmo não tem prova alguma contra Deus.

Pelo visto, nosso amigo não estudou nenhum momento a história do ateísmo.

Muitos cientistas contrariam as convicções do ateísmo, quando supõe a falta de evidências para Deus, favorecendo em grande parte a veracidade cristã, vejamos:

J.V LIEBIB(1803-1837), químico alemão fundador da química agrícola:

“A grandeza e a sabedoria infinita de Criador só são acessíveis àquele que se esforça para ler os seus pensamentos nas entrelinhas do grande livro que chamamos Natureza.”

B. VOLLMERT, biólogo alemão, afirmou:

“Atribuir o encadeamento das unidades da molécula de DNA ao acaso é uma hipótese absolutamente improvável(1/101000). Este número ultrapassa em muito o imaginável. A ciência  fala de uma quase impossibilidade quando se refere a 1/1050“

WILLIAM DANIEL PHILLIPS(1948), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1997:

“Muitos cientistas são também pessoas com uma fé religiosa bastante convencional. Eu, um físico, sou um exemplo. Creio em Deus como Criador e como Amigo. Isto é, creio que Deus é pessoal e interage conosco.”

ARNO ALLAN PENZIAS(1933), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1978

“Eu olho para Deus através das obras de suas mãos e estas obras implicam intenções. Destas intenções recebo uma impressão do Todo-Poderoso.”

d) […]Deus, espírito, demônios[…]não podem ser comprovadas.

Simplesmente nosso amigo ateu quer sustentar que a crença em Deus, anjos, demônios e espírito não são nada além de uma atitude meramente irracional, vindo a desprezar esta crença pelo simples fato de entrar na esfera da fé.

Para nosso amigo as revelações contidas na Bíblia não são de credibilidade, pelo fato da razão aceitar apenas o que é comprovado.  No mínimo, nosso amigo deve ser o rei da razão e Deus da ciência para falar uma coisa dessas!

As “comprovações” em que nosso amigo se alegra em afirmar, não vêm senão pela ciência que estuda as causas naturais. Só que nosso querido amigo não mencionou que a própria ciência tem seu campo de limitação não podendo comprovar tudo.

Vejamos o que diz o Cientista Ateu Peter B. Medwara, formado em Zoologia na Universidade de Birmingham e na University College em Londres sendo ganhador do prêmio Nobel de Medicina em 1960. Ele por mais que não acredite em Deus sustenta que a própria ciência tem suas limitações.

“[…]A existência de um limite para a ciência fica clara pela incapacidade desta última em responder questões mais elementares, relacionadas às coisas primeiras e últimas, questões do tipo:”Como tudo começou?”, “O que estamos fazendo aqui?”, ou “Qual o sentido da vida?”. [3]

“Há uma limitação intrínseca ao crescimento da compreensão científica. Tal limitação nada tem haver com nossa capacidade cognitiva é uma limitação lógica ligada a ‘Lei de Conservação de Informação’”.[4]

Infelizmente nosso amigo ateu foi tomado pela falácia atéia de que a razão só aceita o que pode ser comprovado pela ciência. Porém, como demonstrado, a ciência tem suas limitações, não podendo dar todas as respostas (provas) que deseja a razão. Sendo assim para que a razão obtenha determinadas respostas, cuja ciência não pode responder, ela vem em auxilio de uma palavra ao qual nosso amigo ateu não deseja ouvir: .

“Não é na ciência, portanto que devemos buscar as respostas para as questões mais elementares, mais sim na metafísica, na literatura imaginativa ou na religião.” [5]

Lembrando que a ciência não podendo dar respostas a tudo, nosso amigo ateu fica meio que sem respaldo em dizer que é falso pensar que Deus, anjos, demônios e espírito não existem. Que garantia ele possui agora em dizer que não existem?

Passemos agora das comprovações para as razões.

“Fé e razão constituem como que as duas asas as quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade.” João Paulo II

A razão é amiga e colabora perfeitamente para o engrandecimento da fé cristã. A ortodoxia cristã expressa em máximas medievais diz: fides quaerens intellectum(“a fé que busca a compreensão”) e credo ut intelligam(“creio para que possa compreender”). Portanto, Deus princípio e fim de todas as coisas podem ser conhecido com certeza pela luz natural da razão humana a partir das coisas criadas sem esta capacidade o homem não poderia acolher a revelação de Deus.

Cito alguns cientistas, filósofos e ex-ateus que por meio da razão natural sustentaram que tudo aponta a um criador, ou seja, Deus.

“[…] Na verdade, meus dois principais livros antiteológicos forma escritos muito tempo antes do desenvolvimento da cosmologia do Big Bang e da introdução do argumento da sintonia perfeita a partir de constantes físicas. Mais no início da década de 1980, comecei a reconsiderar minhas opiniões. Admiti que os ateístas deviam sentir-se embaraçados diante do consenso cosmológico contemporâneo, pois parecia que os cosmólogos estavam fornecendo uma prova científica para aquilo que Santo Tomás de Aquino afirmava que não podia ser comprovado filosoficamente, ou seja, que o universo teve um começo. […]Quando, ainda ateísta, conheci a teoria do big-bang, pareceu-me que ela fazia uma grande diferença, porque sugeria que o universo tinha um começo, e que a primeira frase do Gênesis – E no princípio Deus criou o céu e a terra.” – referia-se a um acontecimento no universo.” [6]

“Em God and the Astronomers [Deus e os astrônomos], o astrofísico Robert Jastrow escreveu este parágrafo final: Neste momento parece que a ciência nunca será capaz de erguer a cortina acerca do mistério da criação. Para o cientista que viveu pela sua fé na força da razão, a história encerra como um sonho ruim. Ele escalou as montanhas da ignorância; vê-se prestes a conquistar o pico mais alto; à medida que se puxa para a rocha final, é saudado por um bando de teólogos que estiveram sentados ali durante séculos.” [7]

“Agora vemos como a evidência astronômica conduziu a uma visão bíblica sobre a origem do mundo. Há diferença nos detalhes, porém os elementos essenciais e as considerações astronômicas e bíblicas sobre a gênese são as mesmas; a cadeia de eventos conduzindo ao homem iniciou de modo repentino e preciso em um momento definido no tempo, em um brilho de luz e energia. Tenho de concordar. O Big Bang grita por uma explicação divina. Obriga à conclusão de que a natureza teve um princípio definido. Não consigo ver como a natureza pôde ter-se criado.Apenas uma força sobrenatural, fora do tempo e do espaço,poderia tê-la originado.” [8]

Meu caro amigo ateu é mais do que claro que a razão quando livre de preconceitos iguais ao seu, deságua no oceano de certas proposições da Fé Cristã.

Agora vamos demonstrar para nosso amigo que Deus, anjos, demônios podem ser dignos de credibilidade perante a razão. Embora a razão humana possa chegar com suas forças ao conhecimento de um Deus com dito anteriormente, muitos são os obstáculos, o pecado que lhe impedem de descobrir as verdades de Deus, sendo necessária a revelação divina.

De acordo com a lógica clássica Aristotélica a razão pode chegar ao conhecimento de algo através dos “três atos da razão”. Isso significa que qualquer verdade pode ser: (a) compreendido pela razão(sem necessidade da revelação divina); (b) descoberto; (c) provado(sem quaisquer base na revelação divina).

a) Podemos compreender, por exemplo, de que material é feita uma estrela apenas através da razão humana, e isso não é parte da revelação divina. Também podemos compreender por que o universo é tão bem ordenado. Como vimos anteriormente tudo indica que deve existir uma Inteligência sobre-humana por trás da criação do universo. O segundo exemplo está descrito na revelação divina, que Deus criou tudo, enquanto o primeiro não.

b) Podemos descobrir que o planeta Marte existe apenas através da razão humana, isso, não é parte da revelação divina. Também podemos descobrir a existência histórica de Jesus apenas utilizando a razão com base em pesquisa histórica. Esta última verdade esta incluída na revelação divina, enquanto a primeira não está. Entretanto, não podemos descobrir apenas pela razão que Deus nos ama de tal maneira que deu Seu Filho para morrer por nós. Sabemos disso apenas através da revelação divina.

c) Podemos provar, por exemplo, o teorema de Pitágoras apenas pela razão humana, pois este não consta na revelação divina. Entretanto, não podemos provar através da razão que Deus é Trino; podemos apenas crer, porque Ele nos revelou essa verdade, sendo que esta prova parte, única e exclusivamente da revelação divina.

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Esclarecendo melhor, através dos atos da razão chegamos ao conhecimento de algo advindo da razão, razão e revelação e exclusivamente da revelação divina. A questão da existência de Deus, anjos, demônios e alma podem ser compreendidas pela terceira forma de conhecimento que é exclusivamente pela revelação divina ao qual não dispensa em nenhum momento a razão.

Nosso amigo ateu não sabe o que diz, quando sustenta que a crença em Deus, anjos, demônios e alma não existem por não ser comprovadas, quando podem ser exclusivamente pela revelação divina. Basta um mínimo de boa vontade para saber que diante da limitação da ciência e incompreensão da razão em descobrir certas verdades de Deus, é necessário a revelação divina para que alcancemos tal compreensão.

2. Não é porque está escrito, que algo se torna verdade.

Se não é porque está escrito, que algo se torna verdade, então porque será que os escritos ateístas se tornaram verdade para você?

Santo Agostinho estava certo quando disse: “Nós amamos a verdade quando ela nos ilumina, mas a odiamos quando ela nos convence”. É fácil nosso amigo ateu tomar como verdade os escritos ateístas pelo fato de satisfazer o seu ego, e difícil aceitar a veracidade do Cristianismo pelo fato de fazer tremer nas bases a suas convicções. Você não aceita a verdade cristã, não porque ela seja frágil, e sim por ser convincente ao ponto de lhe incomodar!

Meu caro amigo a verdade e o erro na tem idade. O falso é sempre falso e o verdadeiro é sempre verdadeiro. A lei de Deus é imutável permanecendo eterna e sempre verdadeira!

3. Sou ateu, mas se um dia, eu visse uma assombração, espírito ou alguma outra coisa não material – algo espiritual, pronto! Com certeza eu mudaria de idéia.

Meu caro amigo nós os cristão não acreditamos em alma penada. Seria mais elegante você utilizar outra desculpa para não crer em Deus, ao invés de ficar colocando culpa em almas penadas. Se pensar desta forma você vai morrer na sua ignorância até porque se lhe aparecer em algum momento o próprio Cristo, anjos ou espíritos, você não irá acreditar, no mínimo vai dizer que não foi nada além de uma ilusão mental que no final de tudo “Freud” explica.

Sua resistência em relação a Deus não esta na falta de provas e sim no coração. Busque de coração sincero e Deus lhe mostrará o caminho até Ele, prova maior sou eu!

“Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”(Tiago.4.6)

4. Um ateu não é o cara que quer fazer ao contrário, é apenas um cara que não aceita coisas sem provas.

Queria saber que provas, você quer tanta prova, quando o ateísmo não possui nenhuma contra a existência de Deus.

Meu caro a descoberta de algo vai além do que é visível, tiremos como exemplo uma pedra que esta no fundo do mar, ela não deixa de ser verdadeira e real só porque deixo de ser visível aos nossos olhos.

5. Obs: Desculpe por ter sido áspero no inicio, mas o título desse post pediu uma reação assim. Pesquise, estude e comprove.

Desculpe pela dureza na resposta contra seus preconceitos, mas a suas declarações pediam uma resposta desta forma. Quanto ao pesquisar, estudar e comprovar, obrigado pela dica, há tempos tenho feito isto e cada vez me sinto motivado, justamente para rebater criticas de pessoas como você.

Quanto à ignorância que reina sobre a minha mente, reafirmo que reinava quando era ateu. Agora reina sobre ela Aquele ao qual, Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que em nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor.(Filipenses 2:9-11)

 

In Corde Jesus, semper,
Mendes Silva
Membro do Apostolado Spiritus Paraclitus

 

Referência Bibliografica:

1 William L. Rowe. Atheism. [S.l.: s.n.].
2.Definitions of the term “Atheism”. Religious Tolerance. Página visitada em 11 de abril de 2011.
3 MEDAWAR, Peter B. Os limites da ciência. São Paulo: Unesp, 2008. p.61.
4 Ibid.,p.62.
5 Ibid.,p.62.
6 FLOW, Antony. Um ateu garante: Deus Existe. São Paulo: Unesp, Ediouro p.130.
7 JASTROW, R. God and the Astronomers. New York: W. W. Norton, 1992. p. 107.
8 Ibid., p.14.

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