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Sinais de stop genéticos impossibilitam evolução

377_fruitflyAs moscas da fruta, sujeitas a mais de um século de intensa investigação, não cessam de revelar segredos. Num estudo publicado em 1980, o cerne dos genes da mosca da fruta foi alterado, um a um, e a resultante pletora de moscas mortas provou que não havia espaço para a adição das mutações fundamentais para a evolução.

Os pesquisadores descobriram agora outra forma de desmantelar a mosca. A diferença é que em vez de se removerem genes, os cientistas removeram sinais de “stop” genéticos.

Os genes, que são sequências de ADN que codificam proteínas, são uma minoria do ADN total das moscas e dos humanos. O gene da mosca da fruta que os pesquisadores analisaram (com o nome de polo) possui dois sinais de stop. Estes marcam os sítios do ADN onde a cópia deve parar de modo a que o RNA mensageiro resultante e as proteínas tenham o tamanho certo.

Suspeitava-se que o sinal de stop duplicado servia de segurança dupla para que o gene fosse copiado de forma correcta. Devido a isso, os investigadores removeram o segundo sinal de stop, assumindo que o mesmo seria supérfluo.

No entanto, de acordo com notícia proveniente do Instituto Português de Biologia Molecular e Celular “os resultados foram surpreendentes e mais dramáticos do que seriam de esperar”.

A coordenadora da equipa de pesquisa, Alexandra Moreira, disse:

Quando construímos a mosca usando apenas o primeiro sinal de stop, os resultados são letais. . . . Quando o segundo sinal de stop é removido, as moscas da fruta nasciam com um abdómen mal formado e o resultado foram insectos mortos.

A pesquisa fornece dois argumentos em favor da Ciência da Criação – argumentos que também mostram que as moscas nunca poderiam ser o resultado de um processo fundamentado na tentativa e erro.

  • Primeiro, em adição ao código para as proteínas transportada nos genes, esta sequência de stop genético é necessária para que qualquer mosca da fruta possa sobreviver. Por outras palavras, os genes e o ADN regulador fazem parte do sistema tudo-ou-nada.

Esta aparato está em contradição directa com a noção evolucionista da mosca ser o produto de um acréscimo gradual das suas partes. Se a mosca só funciona com os doissinais de stop genéticos, então quando ela apareceu na Terra, ela já os possuía (isto é, foi criada assim).

Alexandra Moreira afirmou que ambos os sinais de stop são requeridos para que haja “uma regulação eficiente dos níveis das proteínas resultantes.” O número correcto de proteínas tem que ser expresso durante o desenvolvimento embrionário.

  • Segundo, estes resultados são acrescentados à sempre-crescente lista de sequências de ADN reguladoras que não codificam para proteínas mas são mesmo assim vitais.

Aparentemente, uma vasta maioria do genoma dos organismos está altamente regulada e densamente cheia de informação, e, desde logo, incapaz de tolerar muitas mutações sem se deteriorar. Isto é exactamente o contrário de que seria de esperar se a evolução fosse o caminho através do qual as formas de vida vieram a existir.

Sem as evolutivamente necessárias mas cientificamente inexistentes mutações acrescentadoras de informação genética, o suposto “motor” da evolução depara-se com uma parede para além da qual não consegue atravessar.

Da mesma forma que o volante condiciona a direcção para onde o carro caminha, o número e a posição dos sinais de stop genéticos no ADN da mosca regulam a produção de proteínas durante o seu desenvolvimento. Em ambos os casos, a remoção do sistema regulador faz com que o sistema inteiro se torne inútil (tentem conduzir um carro sem forma de regular a sua direcção).

Conclusão:

Da mesma forma que os efeitos da remoção do volante dum carro demonstra que mesmo é o resultado de engenharia propositada, a remoção de apenas um destes sinais de stop da mosca demonstra que toda a mosca é sem dúvida o resultado de engenharia propositada.

Até hoje ainda não foi encontrado Melhor Candidato para o posição de Engenheiro Biológico que o Deus da tradição Judaico-Cristã.

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Fonte: Darwinismo

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