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Movimento gay contra a religião (Ou: Avestruz? Que avestruz! Somos católicos!)

Tolerância, tolerância, onde está? Onde está? É só para o vício, é só para o vício, pra nós não! Pra nós perseguição!” – Hino dos cristãos perseguidos pela militância gayzista e anti-religião.

As cenas que você vai assistir agora são chocantes. Imagens jamais vistas em todos estes anos de tolerância, no Brasil. São um retrato verdadeiro da situação de agressividade e deboche que avança contra os valores do maior país católico do mundo.

Aconteceu em Minas Gerais. Um grupo de católicos foi às ruas da pacata Divinópolis, no dia 18 de janeiro, para divulgar a mensagem religiosa contrária às práticas homossexuais. Nada novo! O catolicismo, como qualquer religião tradicional, reconhece que a prática homossexual é um ato contra a natureza do homem.

A mensagem foi bem recebida pelos mineiros que, por duas horas, afluíram até o grupo para conhecer mais a respeito do Catecismo contra o Homossexualismo e compreender que já está em curso, no Brasil, um movimento para prender religiosos que não concordam com o casamento homossexual, chamado agora, pela militância gay, de “casamento igualitário” para melhor ludibriar a população.

Após duas horas um pequeno grupo de representantes da ideologia gayzista resolveu confrontar os católicos, sem mais, nem menos. Tentando intimidar os religiosos, o grupo contrário às religiões fez provocações na frente de uma imagem de Nossa Senhora e, depois de pintarem os rostos, partiram até mesmo para o confronto corpo a corpo com os religiosos, empurrando-os.

Foram envergonhados. Para cada tentativa de intimidação uma resposta alta e clara que denunciava publicamente a estratégia dos militantes pró-ditadura-gay: ridicularizar e calar os que pensam diferente deles, colocar em prática o PL-122. Mas não deu certo! Para cada grito de perseguição religiosa eles ouviram:

“Quem provoca reconhece que não tem argumento!”
“Brasil, sim! Sodoma, não! Isso é perseguição!”
“Agressores, agressores!”
“Tolerância, tolerância, onde está? Onde está? É só para o vício, é só para o vício, pra nós não! Pra nós perseguição!”
“Não há, ó gente, ó não, maior absurdo nesta nação! Não há, ó gente, ó não… Cumprir a lei de Deus agora é discriminação!”

Aprenderam?

Após vencerem o confronto com os provocadores, pacificamente, o grupo católico rezou o terço e foi acompanhado por alguns que estavam por perto.

A polícia foi chamada desde o início para evitar que os católicos fossem alvo da violência por parte dos agressores. Não percebi, no vídeo, a presença dos policiais! Havia uma câmera e um microfone de uma rede de TV. Só. Quem estava pregando sobre sua própria fé parecia estar ali sem qualquer proteção, senão a divina.

O Brasil, como sabemos, é outro. Havia um tempo em que os católicos deviam achar tudo normal e enfiarem a cabeça na terra, como um avestruz. Mas esse tempo passou… As pessoas descobriram que o fato de rezarem não lhes faz cidadãs de segunda classe! E que elas podem e devem ser respeitadas.

O bom convívio com o diferente não se faz com deboche ou intimidação. Há liberdade para espalhar ideias tortas sobre o catolicismo, sobre o Papa, da mesma forma que há liberdade para se fazer o que é certo e, anunciar, sim, a fé que se pratica. Anunciar as flores dessa fé, mas também seus espinhos, suas mensagens menos desejadas.

Assista ao vídeo, faça uma oração e esteja pronto… O próximo alvo católico pode ser você.

Fonte: O possível e o Extraordinário

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