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ABSURDO: ATIVISTAS GAYS ATACAM BISPO

Ativistas seminuas do grupo feminista Femen invadiram uma conferência em uma universidade de Bruxelas. Durante o ato as manifestantes jogaram água no arcebispo de Mechelen-Bruxelas, Andre-Joseph Leonard. O bispo não reagiu e evitou olhar para as manifestantes.

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De maneira absurda elas atacam o bispo.

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Como muitos, elas levantam um cartaz que diz: ” Pare a homofobia” o que elas ainda não entenderam é que a Igreja não odeia, recrimina ou agride homossexuais, vejam o que diz o Catecismo:

§2358 Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição.

§2359 As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.

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Essa imagem fala mais que qualquer descrição.
BELGIUM/
Vejam o ódio estampado nas ativistas. E nós? Vamos assistir a Igreja ser atacada? Vamos ficar calados?
BELGIUM-POLITICS-GAY-DEMONSTRATION
BELGIUM/
O protesto foi contra a homofobia e em defesa do casamento gay, de acordo com agências internacionais. No fim do protesto, o arcebispo beijou uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala.LEVANTEM-SE CATÓLICOS!!!
Fonte: http://verdadenossa.blogspot.com.br/2013/04/absurdo-ativistas-gays-atacam-bispo.html

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4 comments

  1. Apostolado Spiritus Paraclitus

    Primeiro, falamos de dois movimentos que dizem pregar a “liberdade” e “respeito” porém não dão exemplos. Exemplo deu o Bispo!!!

    E outra, Ao falar de homossexualismo, estou-me referindo, não à simples tendência homossexual, mas à prática da união carnal entre pessoas do mesmo sexo. Ao falar de homossexual, não me refiro às pessoas que têm tendência homossexual, mas que a ela resistem, às vezes heroicamente, com grande mérito. Chamo de homossexual a quem voluntariamente pratica atos de homossexualismo, e deles não se arrepende.

    Feitas essas distinções, prossigamos.

    O que é o homossexualismo?

    Hoje dificilmente alguém fala de maneira precisa sobre o homossexualismo. Seus defensores qualificam-no como uma “opção” sexual. Seus opositores referem-se a ele como um transtorno, uma anomalia ou disfunção sexual.

    Nenhum desses conceitos abrange o cerne da questão. O homossexualismo é, antes e acima de tudo, um vício, ou seja, algo que se opõe diretamente a uma virtude. O homossexualismo opõe-se à virtude da castidade, que regula o instinto sexual segundo a reta razão.

    Mas entre os vícios opostos à castidade – genericamente chamados pelo nome de luxúria – o homossexualismo tem uma gravidade especial. Ele contraria não apenas à razão, mas à própria natureza.

    O vício contra a natureza

    Ensina-nos S. Tomás de Aquino (1225-1274) que se pode pecar pela luxúria de dois modos:

    primeiro, de um modo que contrarie a reta razão (é o caso da fornicação e do adultério, por exemplo);

    segundo, de um modo que, além disso, contrarie a própria ordem natural do ato sexual que convém à espécie humana. É o que constitui o vício contra a natureza.[2].

    Tal vício inclui a masturbação, a bestialidade (conjunção carnal com animais), o homossexualismo (conjunção carnal entre duas pessoas do mesmo sexo) e a prática antinatural do coito, embora realizada entre pessoas de sexo oposto e até mesmo casadas (a cópula “oral” ou “anal”, por exemplo).

    O vício contra a natureza, explica o teólogo adiante,[3] tem uma gravidade especial em relação às outras espécies de luxúria. Estas só contrariam o que é determinado pela reta razão, pressupondo, porém, os princípios naturais. Sim, pois o adultério e a fornicação, por abomináveis que sejam, são praticados entre um homem e uma mulher, e de um modo conforme a natureza. O que faz o adultério ser pecado não é o ato sexual em si (que é natural), mas a circunstância “com quem” ele é praticado (com alguém que não seja o próprio cônjuge). Da mesma forma, se dois namorados praticam o ato sexual, esse pecado (fornicação) não está no ato em si (que é natural), mas na circunstância “quando” ele é praticado (antes do matrimônio).

    O homossexualismo, porém, corrompe a própria natureza do ato. E como os princípios da razão fundam-se sobre os princípios da natureza, a corrupção da natureza é a pior de todas as corrupções. Donde conclui S. Tomás que o vício contra a natureza (que inclui o homossexualismo) é o mais grave entre todas as espécies de luxúria.

  2. Apostolado Spiritus Paraclitus

    Manipular a informação faz muito bem a mídia secularista no brasil. Esquerda pura!

  3. Cinismo é dizer que a estupidez estampada e escancarada nas fotos não foi um ataque.

    Manipulação é insinuar que o “protesto” não era pró-gayzismo, apenas por partir das estúpidas do Femen, que além de feminazis são da tropa de choque da GAYSTAPO.

    E por falar de manipulação, belo exemplo está nessas “inúmeras notícias (sic) de homossexuais agredidos fisicamente”, omitindo-se que na quase totalidade dos casos (poucos, por sinal) os agressores TAMBÉM SÃO HOMOSSEXUAIS.

    Era só o que faltava. Uma horda declaradamente gayzista invade um evento, AGRIDE imbecilmente um religioso e os “incomodados” ainda chamam o artigo de sensacionalista, cínico e manipulado. Adjetivos que cabem muito bem nas suas manfestações, em geral agressivas, desrespeitosas, intolerantes.

  4. Cinismo é dizer que a estupidez estampada e escancarada nas fotos não foi um ataque.

    Manipulação é insinuar que o “protesto” não era pró-gayzismo, apenas por partir das estúpidas do Femen, que além de feminazis são da tropa de choque da GAYSTAPO.

    E por falar de manipulação, belo exemplo está nessas “inúmeras notícias (sic) de homossexuais agredidos fisicamente”, omitindo-se que na quase totalidade dos casos (poucos, por sinal) os agressores TAMBÉM SÃO HOMOSSEXUAIS.

    Era só o que faltava. Uma horda declaradamente gayzista invade um evento, AGRIDE imbecilmente um religioso e os “incomodados” ainda chamam o artigo de sensacionalista, cínico e manipulado. Adjetivos que cabem muito bem nas suas manfestações, em geral agressivas, desrespeitosas, intolerantes.