<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" ><channel><title>Paraclitus &#187; Debates</title> <atom:link href="http://www.paraclitus.com.br/category/xespaco-do-leitor/debates/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.paraclitus.com.br</link> <description>Só mais um site WordPress</description> <lastBuildDate>Sun, 13 May 2012 00:02:34 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=</generator> <item><title>Resposta às afirmações de uma testemunha de Jeová</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-afirmacoes-uma-testemunha-de-jeova/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resposta-afirmacoes-uma-testemunha-de-jeova</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-afirmacoes-uma-testemunha-de-jeova/#comments</comments> <pubDate>Thu, 11 Aug 2011 04:38:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Apostolado Spiritus Paraclitus</dc:creator> <category><![CDATA[Debates]]></category> <category><![CDATA[Prostestantismo]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=5294</guid> <description><![CDATA[Enviado por Joana(nome fictício) Religião: Testemunha de Jeová Estado: MG – Minas Gerais MENSAGEM 1 - Bom,... <a class="meta-more" href="http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-afirmacoes-uma-testemunha-de-jeova/">Leia Mais <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<address><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Enviado por Joana(nome fictício)</span></address> <address><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Religião: Testemunha de Jeová</span></address> <address><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Estado: MG – Minas Gerais</span></address><p style="text-align: justify;"><span style="color: #003366;"><span style="font-size: x-small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">MENSAGEM 1</span> - <span style="font-size: x-small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Bom, na minha opinião não se deve dizer algo do qual não se tenha total certeza. Li no seu site que testemunhas de Jeová não crêm em Jesus como salvador e que são uma ceita. A verdade é que você (que falou essa MENTIRA) está TOTALMENTE ERRADO sobre nós. CREMOS que JESUS é o nosso salvador, e ele foi enviado por nosso Deus e Maravilhoso pai JEOVÁ para morrer por nós e pagar pelos pecados que nós cometemos. Se não fosse por JESUS não teríamos conhecimento nem esperança da VIDA ETERNA. Nós também não somos uma ceita como você disse. Somos apenas praticantes da BÍBLIA ( a palavra de Deus), estudamos a bíblia; fazemos uso de seus ensinamentos e orientações e ensinamos a outras pessoas o que nos é ensinado através da bíblia. Não somos hereges como VOCÊ disse, apenas fazemos a vontade do nosso Deus e amoroso pai JEOVÁ, fazendo o possível para seguir o exemplo deixado por JESUS CRISTO, NOSSO SALVADOR E REI. Então POR FAVOR, PARE de FALAR MENTIRAS ÁS PESSOAS… não devemos cometer injustiças. Que JEOVÁ Deus e nosso SENHOR JESUS CRISTO te abençõe e proteja sempre… e que te dêem o verdadeiro conhecimento sobre o nosso único e verdadeiro Deus criado: JEOVÁ. Obrigada.</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small; color: #003366;">MENSAGEM 2 &#8211; Li sobre as Testemunhas de Jeová e vi que você( seja lá quem for) disse que não acreditamos em inferno. E NÃO acreditamos mesmo! Na BÍBLIA em momento algum aparece a palavra INFERNO, em momento algum nos é dito que alguém irá para o inferno, somente que o diabo e seus seguidores terão a destruição eterna ( ou morte eterna). Acho que você deveria primeiro saber mais sobre nós, para depois tirar suas próprias conclusões e opiniões. Não julgamos ninguém por serem católicos ou evangélicos apenas oferecemos nosso entendimento para ensinar outras pessoas seguindo sempre o exemplo do nosso SALVADOR JESUS CRISTO. Esse trabalho que fazemos é de bom coração pois queremos que assim como um dia nos foi ensinado a verdade, queremos passar essa verdade à outras pessoas para que tenham conhecimento do Deus verdadeiro que é o nosso Criador e Deus JEOVÁ. No mais, obrigada pela compreensão e que JEOVÁ e nosso SENHOR JESUS CRISTO te abençõe, proteja e te guie sempre.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small; color: #003366;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Obs.: Devido a extensão das mensagens, diminuimos a fonte poupando espaço para a resposta.</span></span><br /></span></p><p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">RESPOSTA</span></strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>Erich Hoffer</em>, um grande estudioso na área do estudo da mente diz que no meio do protestantismo e das seitas, pessoas deixam-se facilmente serem levadas por um manipulador e tornam-se literalmente seguidores cegos, pessoas que querem livrar-se de suas capacidades, de seus potenciais. Elas procuram por respostas, significados e iluminação em coisas externas a si mesmas. <em>Hoffer</em> também diz que os “crentes” cegos são eternamente inseguros e incompletos, por fim ele os organiza em dois grupos decorrentes, os que tornam-se fanáticos ou fundamentalistas e, que ainda podem ser divididos em três classes: <strong>Primeira:</strong> as pessoas inseguras; <strong>Segunda:</strong> as mentalmente desequilibradas; <strong>Terceira:</strong> as solitárias, sem esperanças e amigos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Particularmente para mim você encaixa-se nas três classes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Os fundadores de seitas (logo mais vos explicarei o motivo do uso da palavra <em>seita</em>) como a sua levam para suas denominações toda a ideologia persuasiva dos credos dos quais se desligaram formando um ciclo vicioso de persuasão e fanatismo. São fanáticos que geram mais fanáticos, que por sua vez produzem mais e mais fanáticos. Dentre as várias técnicas gostaria aqui de salientar duas: a <em>Seleção</em> e a <em>Indução</em>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na técnica da <em>Seleção</em>, o doutrinador seleciona cuidadosamente a informação para que os pontos destacados estimulem os leitores ou ouvintes para as conclusões que, esperam-se, eles atinjam. Isto é deliberadamente planejado para evitar ou desestimular raciocínios pessoais e avaliações independentes. Similar a esta é a técnica de<em> indução</em>, que é uma forma argumentativa aonde toda a evidência é planejadamente condicionada em uma seqüência fazendo com que no final a única conclusão, possível, seja aquela que o doutrinador que ver aceita.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Abordei isso primeiramente, antes de iniciar a contrapor suas fracas e ingênuas argumentações, para que você possa “olhar-se no espelho da Verdade” e refletir sobre o que realmente você acredita ser a Verdade. A partir de agora trataremos de seus argumentos enviados até nós.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">1. Em primeiro lugar tudo o que escrevemos em forma de artigos, publicações ou respostas, passa, em geral, por uma profunda análise filosófica, sociológica, histórica, humana e teológica, tudo aquilo que disponibilizamos no ambiente do site é com absoluta certeza, sendo assim tenha a absoluta certeza de que o conteúdo por você lido foi escrito com absoluto exímio de veracidade e segurança, e não arredamos uma vírgula sequer daquilo que está escrito e a disposição no site, referente ao seu questionamento;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">2. Em segundo lugar a única pessoa errada aqui é você, o que foi questionado no site não tem nada a ver com a relação salvífica de vocês com Cristo, e sim com o fato de vocês negarem a Sua Divindade (o que é uma heresia gravíssima), e se você desconhece as suas próprias origens doutrinais (que defendem que Jesus Cristo não é Deus) a culpa não é do Apostolado e sim comodidade sua;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">3. Consideramos firmemente que vocês, Testemunhas de Jeová, caracterizam-se verdadeiramente como uma seita (e se escreve com <strong><em>“s”</em></strong> e não com <strong><em>“c”,</em></strong> como no email recebido por nós de sua parte) pois contêm erros e desvios gravíssimos em suas linhas doutrinais (alguns feitos de forma proposital) e de ideologia, o que diferem vocês de outras denominações protestantes, como por exemplo o erro citado acima, mas serei mais específico:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em seu livro <em>“Lavagem cerebral e Hipnose no meio Protestante”, <strong>Jaime Francisco de Moura</strong></em>, nos dá uma calorosa definição sobre <em>“seita”</em>, confira:</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>“Seita é uma dissidência ou um grupo fechado que julga estar o mundo corrupto, e pretende ter a verdade como patrimônio seu e solução para todos os problemas da humanidade. É uma fé e uma prática centralizada em doutrina falsa, que exige devoção para um ponto de vista, ou para um líder religioso. É uma grupo de indivíduos reunidos em torno de uma interpretação errônea da Bíblia, feita por uma ou mais pessoas. Na verdade é uma heresia organizada.” </em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Paulo Barbosa em seu artigo <em>“Os seis estados da inteligência perante a verdade</em>” descreve no primeiro momento algo muito interessante, veja:</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>“Estado de Ignorância &#8211; denominado também de nescientia, que é quando a inteligência não possui a verdade e nem se esforça por possuí-la, sendo, portanto, um estado puramente negativo, ou seja, uma ausência de relação da inteligência para com a realidade, uma ausência de adequação com o real.” <strong>(Disponível em: blog civilizacaoeambiente.blogspot.com)</strong></em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Talvez você se identifique&#8230; Algumas coisas são tão visíveis que só não enxerga quem prefere permanecer na ignorância.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">4. <em>“A origem de onde nasceram freqüentemente e continuam nascendo as heresias é a seguinte: há mentes perversas e sem paz, que, discordando em sua perfídia, não podem suportar a unidade. (&#8230;) Mestres na arte de corromper a verdade, eles enganam com bocas de serpente, vomitando de suas línguas pestilentas peçonhas mortíferas. Os seus discursos brotam como chaga cancerosa, o trato com eles deixa no fundo de cada coração um veneno mortal”.<strong> (Capítulo X, como surgem a maldade e as heresias, Cipriano de Cartago, in “A Unidade da Igreja Católica&#8221;)</strong></em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As únicas mentiras aqui são as afirmações contrárias usadas por você em suas infantis acusações. Por falar em mentiras, por que não tocar então nas várias (e frustrantes) tentativas de adivinhar o final do mundo encabeçado por seus fundadores? Outra coisa aqui a ser mencionada é que, de boas intenções o inferno (que daqui a pouco mostrarei que de fato EXISTE) está cheio, por isso acharia bom seu argumento não ser esse no momento que Cristo chegar novamente ao nosso meio para o Julgamento Final, e por ensinarem uma falsa doutrina permeada de conveniências humanas vocês também se caracterizam como hereges;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">5. Sinceramente às vezes certos argumentos me fazem rir ao ponto de até achar engraçado a falta de exegese e de contexto que alguns de vocês possuem (e ainda se intitulam como estudiosos da Bíblia). Coitado de Nosso Senhor Jesus Cristo então, que teria de deixar tudo escrito, programado, planejado, confirmado, reconhecido por instituições credenciadas&#8230; e assim por diante, faça mil favores! Acaso você também esqueceu (ou você rasgou da sua “bíblia”) o que o próprio Cristo mostrou com sua vida e ensinamentos que, não poderia falar ou ensinar tudo de uma vez, já que naquele momento provavelmente seria demais para os discípulos<strong><em> (cf. João 16,12-13)</em></strong>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">É contraditório que um Protestante aceite a Bíblia e rejeite a autoridade da Igreja Católica. Como veremos um ensinamento logo a seguir:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em> </em></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>&#8220;Nenhum Protestante deveria citar a Escritura, porque ele não tem meios de saber quais são os livros inspirados; a menos que, é claro, queira aceitar a autoridade da Igreja Católica com relação à essa questão.&#8221;</em> <strong><em>Frei William Most.</em></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para a maioria de vocês o discurso é o seguinte: com o corpo morre também a alma, todos os mortos, bons e maus, ficam dormindo um longo sono. No fim do mundo, os bons ressuscitarão para a vida eterna e os maus serão aniquilados. Inferno não existe, e ainda afirmam isso usando a “bíblia” (mas acredito que só encontrem essas besteiras nas que vocês reescreveram).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Isso é muito criativo, devo até parabenizar&#8230; é de acordo com as aspirações da vida boa: Salário gordo e trabalho mínimo. Ou seja: quanto ao prêmio tudo bem: deve ser completo e eterno. Até um paraíso terrestre, um passatempo gostoso, não faria mal. Agora, gente, o castigo não: é muito mais cômodo o mau ser aniquilado, “desintegrado”. Comer, beber, roubar, adulterar até o fim e depois, um risco e tudo acaba numa tranquilíssima, eterna dormida&#8230; Uma Maravilha!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Mas vamos acordar dessa viagem na “maionese”. O famoso <em>Sheol</em>, o “poço” dos mortos dos hebreus, que vocês também escolheram para os seus, muito indefinido no começo, pouco a pouco foi se focalizando. Já <strong><em>Daniel (12,2)</em></strong> frisa que os mortos do <em>Sheol </em>ressuscitarão: os bons para a vida eterna e os maus para o “horror eterno”. Nada de aniquilação!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Mas na Bíblia (A Verdadeira), é o próprio Cristo quem diz a última Palavra. <em>“Em verdade, te DIGO que HOJE estarás comigo no paraíso”. Foi o que disse Jesus ao ladrão arrependido. (Lc 23,43)</em>. Na parábola do rico e Lázaro, o destino se cumpre imediatamente, sem sonos intermediários: o Lázaro é elevado ao seio de Abraão e o rico sepultado no inferno. Um inferno com fogo. É o que se chama de “Juízo particular”, claramente mencionada na carta aos Hebreus <strong><em>(9,27):</em> </strong>“&#8230; os homens morrem uma só vez, depois do que o julgamento”. Nos Evangelhos quase a cada página Jesus nos fala de um castigo eterno, de um fogo inestinguível <strong><em>(Mateus 3,12)</em></strong>. Quem dera houvesse aniquilação, mas não há.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em> </em></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>“Jesus anuncia em termos graves que “enviará seus anjos, e eles, erradicarão de seu Reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade, e os lançarão na fornalha ardente <strong>(Mt 13,41-42)</strong>, e que pronunciará a condenação: “Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo Eterno!” (Mt 25,41). O Ensinamento da Igreja afirma a existência e a eternidade do inferno.</em> <strong><em>(CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, 1034-1035)</em></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Portanto, está mais que provado que o Inferno existe.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">6. Não apenas conhecemos sua história e evolução durante os anos como também fizemos um profundo trabalho de revisão perante o que foi abordado no artigo questionado por você, por isso, aqui reafirmo com ainda mais intensidade o que descrevi no primeiro ponto desta resposta a você. Enquanto a julgamento, não me faça rir de novo (desse jeito não conseguirei terminar de redigir sua resposta), você disse que não julgam ninguém por serem Católicos ou protestantes, engraçado, a pouco tempo recebi uma revista de uma de suas “irmãs de seita” intitulada “Sentinela da Manha, Os seis mitos do Cristianismo” (na verdade é Catolicismo, mas para “maquiar” e criar uma ilusória visão de “não ataque” a nós, colocaram isso) que ia de encontro à seis dos principais <em>dogmas</em> da Santa Igreja Católica, portanto não me venha com essa falácia de  que não julgam ninguém, pois sua seita já chegou ao auge de nos intitular como “A prostituta das igrejas”, procure e você vai achar esse tremendo desrespeito. O que mostramos não refere-se a julgamento nenhum, mas somente ao anúncio da Verdade, que é o dever de qualquer cristão e quem tem de ser anunciada doa a quem doer.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">7. Engraçado o fato de nos questionar quando intitulamos o fundador de sua seita como herege, quando o próprio difundiu heresias, afastando muitos da Igreja de Cristo. Para melhor esclarecer, buscarei o significado de <em>heresia</em> com a maior precisão possível, já que na modernidade tem sido usada de forma vaga e com muitos significados. Heresia nada mais é que “[...]<em>distorcer um sistema por meio de uma “omissão”:”escondendo-se” uma parte da estrutura, o que implica que o esquema é desfigurado pela retirada de uma de suas partes, negando-se uma parte dele; quer deixando o vazio sem preenchimento, quer preenchendo-o com alguma outra afirmação.”</em> (Hilare, 1953, p.14).  No caso do jeovismo (como o chamam alguns estudiosos) que teve origem nos Estados Unidos da América por obra de Charles Taze Russell (1852-1916), não só cria afirmações maléficas e falsas, como também deixa vários espaços vazios &#8211; exemplo  temos a volta de Cristo professado por  seu fundador, que nunca aconteceu, mesmo depois de sua morte.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small;">8. Nossa fraterna amiga diz acreditar unicamente em seu pai Jeová, sendo quem em nenhum manuscrito grego apresenta a palavra Jeova¹, e nem sequer encontramos no texto hebraico, como diremos a seguir. Não obstante, Jeová aparece no texto português de Mt 1,20.22..24; 2,13.15.19; 3,3; 4,4.7.10; 5,33&#8230; A lista continua até Ap 22,6. </span><span style="font-size: small;">Ora este fato é verdadeira aberração lingüística. Com efeito. O nome Jehveh é o nome revelado por Deus a Moisés, conforme Ex 3,14s. Tornou-se muito freqüente no Antigo Testamento, onde ocorre 6.820 vezes, não, porém, no Cântico dos Cânticos, nem em Ester, nem no Eclesiastes. – Os hebreus só escreviam as consoantes J H V H, suprindo mentalmente as vogais a e.</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Após o exílio (587-538 a.C.), porém, os judeus tendiam sempre mais a não pronunciar o santo nome de Deus, a fim de não correr o risco de o profanar; quando, pois, encontravam as quatro consoantes sagradas, pronunciavam Adonay (meu Senhor). Ora, nos séculos VI e seguintes após Cristo, os massoretas (rabinos judeus) quiseram colocar as vogais por escrito no texto bíblico; mas ao nome de J H V H não deram vogais, apenas escreviam na sua proximidade as vogais de A D O N A Y, a saber: a mudo (com pronúncia de e), o e a². Donde se fez Jehovah. Vê-se, pois, que o nome Jeová nem sequer está na Bíblia, mas resulta da combinação, feita pelos judeus medievais, dos nomes Jahveh e Adonay. Sendo assim fraterna irmã, os Testemunhas de Jeová já começam equivocado pelo nome.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Confesso que não gostamos muito de ter de escrever isso, pois estamos acostumados a receber questões mais elaboradas e que realmente trazem em sua base algum fundamento (ainda que falso ou conveniente) e que por sua vez nos exigem uma busca mais intensa e aprofundada de estudos, que não se reflete no seu caso. Sugiro que na próxima vez você tenha mais autocontrole e para refletir naquilo que escreve, ou então peça ajuda de algum dos seus “pastores”. Por conclusão, PARE de levar esses falsos ensinamentos à frente e tenha coragem de abrir seu coração verdadeiramente a uma profunda reflexão!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Estaremos em oração por você. A PAZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!</span></p> <address><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Mendes Silva</span></address> <address><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ivanildo Oliveira Maciel Junior </span></address> <address><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>Apostolado Spiritus Paraclitus</em></span></address> <address><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><br /></em></span></address> <address><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Fontes de Pesquisa:</span></address> <address><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">1. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (CIC)</span></address> <address><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">2. Moura, Jaime Francisco de, <em>Lavagem Cerebral e hipnose no meio Protestante</em>, 1º edição, São José dos Campos, SP: Editora ComDeus, 2011</span></address> <address><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><em>3. Bate Papo Com um “Crente”,</em> Pe. Lino Simonelli, PIME</span></address> <address><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">4. As grandes Heresias, Rj: Editora Permanência</span></address> <address></address> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-afirmacoes-uma-testemunha-de-jeova/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Resposta ao ateu J. E.</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-ao-ateu-erick/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resposta-ao-ateu-erick</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-ao-ateu-erick/#comments</comments> <pubDate>Sun, 08 May 2011 14:58:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Apostolado Spiritus Paraclitus</dc:creator> <category><![CDATA[Debates]]></category> <category><![CDATA[Ateismo]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=4260</guid> <description><![CDATA[Resposta dada ao “ateu” J. E. que questionou o vídeo publicado no espaço Religião-Ateísmo, intitulado:... <a class="meta-more" href="http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-ao-ateu-erick/">Leia Mais <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Resposta dada ao “ateu” J. E. que questionou o vídeo publicado no espaço Religião-Ateísmo, intitulado: ”O ateu não sabe no que crê”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Segue a citação de nosso irmão:</span></p><p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“<span style="color: #800000;"><em>Acho que a ignorância reina em sua mente [pessoa que postou isso]. O ateu não sabe no que crê e você não sabe o que é um dicionário, pelo menos parece. O ateu é aquele que não crê em divindade, deus, espírito, demônios e essas coisas que não podem ser comprovadas.Não é porque está escrito, que algo se torna verdade. Sou ateu, mas se um dia, eu visse uma assombração, espírito ou alguma outra coisa não material – algo espiritual, pronto! Com certeza eu mudaria de idéia. Um ateu não é o cara que quer fazer ao contrário, é apenas um cara que não aceita coisas sem provas. </em></span></span></p><p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="color: #800000;"><em> Obs: Desculpe por ter sido áspero no inicio, mas o título desse post pediu uma reação assim. Pesquise, estude e comprove.</em></span>”</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> O desaforo de nosso irmão estão em vermelho, nossa resposta está em cor azul.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="color: #800000;"> Acho que a ignorância reina em sua mente [pessoa que postou isso].</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Desculpe-me, mas ignorante eu era quando adepto do ateísmo. Isso sim é verdadeira ignorância! Quanto a minha ignorância mental, como você acertou? Quando eu <strong>era</strong> <strong>ateu,</strong> verdadeiramente não tinha nada na mente. Pois para aceitar a falácia “do nada que criou tudo” só tendo a mente muito tapada e vazia mesmo ao ponto de professar essa ignorância.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="color: #800000;"> 1. O ateu não sabe no que crê e você não sabe o que é um dicionário, pelo menos parece.</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Percebi que você é ateu principiante, eu já encontrei e debati com alguns de carteirinha, militantes, e alguns por opção mesmo, porém nunca iriam cometer uma garfe como a sua. Um ateu mesmo nunca buscaria o significado de ateísmo no dicionário de português, até porque o ateísmo exige princípios filosóficos para ser compreendido. Portanto não me venha com uma resposta tirada do dicionário Aurélio que mostra apenas um significado superficial ao ponto de ser patético.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> A partir deste momento, resolvi dividir em partes para elucidar a questão e desmascarar as técnicas falaciosas de nosso amigo ateu.</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #800000;">a) O ateu é aquele que não <strong>crê</strong>[...]</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;">Pode até não crer em Deus, mas sua atitude equivale ao ato fé de um cristão, mesmo que seja às avessas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;">É obvio que o ateu não crer em Deus! Porém é interessante notar que nosso amigou ateu não leva em conta que sua “<em>não crença em Deus</em>” equivale a um ato de fé, tornando ele um crente. O ateísmo não tem evidências para comprovar a inexistência de Deus, e na ausência de evidências ele tem que adotar uma fé para preencher as lacunas ao qual não tem respostas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;">Tomando as palavras Henry: <em>“O ateísmo é uma forma de fé&#8230;A incredulidade é, antes do mais, uma crença.”</em>. Bom, agora você sabendo que é um homem de fé, basta apenas uma disposição de sua parte, para que Deus com sua graça infunda em seu coração o dom da fé, lhe tornando um autentico Cristão!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">b) <strong>[...]</strong> coisas que não podem ser <strong>comprovadas</strong>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Não podem ser comprovadas?  O termo ateísmo implica afirmar e comprovar que Deus não existe. Parece que nosso amigo está mais perdido que cego em tiroteio, provando mais do que nunca que ele mesmo não sabe em que crê.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> </span><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Ateísmo refere-se tanto à rejeição ao teísmo, quanto à <strong><em>afirmação</em></strong> de que divindades não existem.<sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_ao_ate%C3%ADsmo#cite_note-WLR-9">[1]</a> </sup>No sentido mais amplo, significa não acreditar a existência de divindades.<sup>[2]</sup> Filósofos como Antony Flew, Michael Martin, e William L. Rowe têm analisado o ateísmo forte (positivo). Ateísmo forte é a <strong><em>afirmação</em></strong> explícita de que os deuses não existem.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Visando definir o termo ateísmo, nosso amigo faz uma confusão tremenda entre ateísmo e agnosticismo. Primeiramente, na filosofia o ateísmo significa negar a existência de Deus, afirmar que Deus não existe – uma posição que não pode ser provada. Já o Agnosticismo é uma forma mais intelectualmente honesta do ateísmo. O agnosticismo argumenta que a existência de Deus pode ou não ser comprovada – que é impossível saber se Deus existe. Enfim, enquanto o ateísmo afirma a inexistência de Deus, o agnosticismo é mais humilde, apenas argumenta ser impossível saber se Ele existe. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Nosso amigo se diz ateu e conceituou o ateísmo de forma totalmente agnóstica, porque será?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Nosso amigo esconde a afirmação – Deus não existe &#8211; dita pelo ateísmo, pois se o ateísmo fosse tomado como a posição de que Deus não existe, os ateus teriam que suportar o ônus da prova para justificar tal posicionamento. Muitos ateus admitem abertamente que eles não podem suportar tal ônus. Por isso, eles tentam evitar esta responsabilidade ao ponto de redefinir o ateísmo de modo a torná-lo não mais uma posição, mas apenas uma condição, que, como tal, não faz asserções, ou seja, afirmações.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Não conseguindo encarar o fato, nosso amigo buscou redefinir o termo ateísmo. Tal redefinição do termo torna trivial a afirmação do ateísmo, pois, nesta redefinição, o ateísmo deixa de ser um posicionamento ou afirmação. Ele se torna apenas um estado psicológico compartilhado por um grupo de pessoas com diferentes visões sobre diferentes questões, ou que não têm visão nenhuma acerca de nada. De acordo com esta redefinição, até mesmo os bebês, que não têm opinião formada acerca de coisa alguma são considerados ateus! Na verdade, até meu cachorro, o pingo, pode ser considerado ateísta, já que ele (até onde sei) não possui crença em Deus por não possuir consciência de tal.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Na verdade nosso amigo é agnóstico enrustido, que deseja apresentar-se como ateu. Sem responder pelas suas responsabilidades.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Vamos reformular a frase de nosso amigo ateu para quando ele entrar em outro site, definir de uma forma mais convincente o conceito de ateísmo.</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> “<em>O ateu é aquele que</em><em> </em><strong><em>nega</em></strong><em> </em><em>a existência de Deus,</em><em> </em><strong><em>afirma</em></strong><em> </em><em>que Deus não existe – uma posição que não pode ser provada. Logo eu sou ateu, não por argumentar que seja impossível saber se Deus existe – mais por afirmar, comprovar que Ele não existe.(É lógico que esta afirmação nunca existiu, as afirmações atéias não são nada mais que suposições mentirosas sendo vendidas aos tolos que as tomam como uma verdade )</em><em> </em>” Grifos meus.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">c) “[...]não pode ser comprovadas”</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Nosso amigo fala com uma propriedade, como se o ateísmo comprovasse alguma coisa!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Por que será que nosso amigo se esqueceu de mencionar que o ateísmo contemporâneo não é o resultado de um estudo que comprove a inexistência de Deus, mais é simplesmente uma questão de opção? Quem diz que Deus não existe não diz por que tem certeza do que assevera.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> A própria história desmascara tudo isso. Certos ateus na metade do século XX promoveram a chamada “<em>presunção do ateísmo</em>”. Em primeira instância, esta seria a afirmação de que na falta de evidências para a existência de Deus, deve-se presumir que Ele não existe. Assim os ateus não podendo afirmar que Deus não existe, jogaram a responsabilidade aos teístas. Portanto se vangloriar em dizer que se é ateu, apenas por acreditar no que é “comprovado”, é uma tremenda mentira já que o próprio ateísmo não tem prova alguma contra Deus.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #003366;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Pelo visto, nosso amigo não estudou nenhum momento a história do ateísmo.</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Muitos cientistas contrariam as convicções do ateísmo, quando supõe a falta de evidências para Deus, favorecendo em grande parte a veracidade cristã, vejamos:</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong> J.V LIEBIB</strong>(1803-1837), químico alemão fundador da química agrícola:</span></p><p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em>“A grandeza e a sabedoria infinita de Criador só são acessíveis àquele que se esforça para ler os seus pensamentos nas entrelinhas do grande livro que chamamos Natureza.”</em></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em> </em></span><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong> B. VOLLMERT</strong>, biólogo alemão, afirmou:</span></p><p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em>“Atribuir o encadeamento das unidades da molécula de DNA ao acaso é uma hipótese absolutamente improvável(1/101000). Este número ultrapassa em muito o imaginável. A ciência  fala de uma quase impossibilidade quando se refere a 1/1050“</em></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em> </em></span><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong> WILLIAM DANIEL PHILLIPS</strong>(1948), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1997:</span></p><p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em>“Muitos cientistas são também pessoas com uma fé religiosa bastante convencional. Eu, um físico, sou um exemplo. Creio em Deus como Criador e como Amigo. Isto é, creio que Deus é pessoal e interage conosco.”</em></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em> </em></span><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> </span><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>ARNO ALLAN PENZIAS</strong>(1933), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1978</span></p><p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em>“Eu olho para Deus através das obras de suas mãos e estas obras implicam intenções. Destas intenções recebo uma impressão do Todo-Poderoso.”</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em> </em></span><span style="color: #800000; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> d) [...]Deus, espírito, demônios[...]não podem ser comprovadas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Simplesmente nosso amigo ateu quer sustentar que a crença em Deus, anjos, demônios e espírito não são nada além de uma atitude meramente irracional, vindo a desprezar esta crença pelo simples fato de entrar na esfera da fé.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Para nosso amigo as revelações contidas na Bíblia não são de credibilidade, pelo fato da razão aceitar apenas o que é comprovado.  No mínimo, nosso amigo deve ser o rei da razão e Deus da ciência para falar uma coisa dessas!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> As “comprovações” em que nosso amigo se alegra em afirmar, não vêm senão pela ciência que estuda as causas naturais. Só que nosso querido amigo não mencionou que a própria ciência tem seu campo de limitação não podendo comprovar tudo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Vejamos o que diz o Cientista Ateu Peter B. Medwara, formado em Zoologia na Universidade de Birmingham e na University College em Londres sendo ganhador do prêmio Nobel de Medicina em 1960. Ele por mais que não acredite em Deus sustenta que a própria ciência tem suas limitações.</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> “[...]A existência de um limite para a ciência fica clara pela incapacidade desta última em responder questões mais elementares, relacionadas às coisas primeiras e últimas, questões do tipo:”Como tudo começou?”, “O que estamos fazendo aqui?”, ou “Qual o sentido da vida?”. <strong><sup>[3]</sup></strong></span></em></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> “Há uma limitação intrínseca ao crescimento da compreensão científica. Tal limitação nada tem haver com nossa capacidade cognitiva é uma limitação lógica ligada a ‘Lei de Conservação de Informação’”.<sup>[4]</sup></span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Infelizmente nosso amigo ateu foi tomado pela falácia atéia de que a razão só aceita o que pode ser comprovado pela ciência. Porém, como demonstrado, a ciência tem suas limitações, não podendo dar todas as respostas (provas) que deseja a razão. Sendo assim para que a razão obtenha determinadas respostas, cuja ciência não pode responder, ela vem em auxilio de uma palavra ao qual nosso amigo ateu não deseja ouvir: <strong>FË</strong>.</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> “Não é na ciência, portanto que devemos buscar as respostas para as questões mais elementares, mais sim na metafísica, na literatura imaginativa ou na <strong>religião</strong>.” <strong><sup>[5]</sup></strong></span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Lembrando que a ciência não podendo dar respostas a tudo, nosso amigo ateu fica meio que sem respaldo em dizer que é falso pensar que Deus, anjos, demônios e espírito não existem. Que garantia ele possui agora em dizer que não existem?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Passemos agora das comprovações para as razões.</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> “Fé e razão constituem como que as duas asas as quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade.” João Paulo II</span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> A razão é amiga e colabora perfeitamente para o engrandecimento da fé cristã. A ortodoxia cristã expressa em máximas medievais diz: <em>fides quaerens intellectum</em>(“a fé que busca a compreensão”) e <em>credo ut intelligam</em>(“creio para que possa compreender”). Portanto, Deus princípio e fim de todas as coisas podem ser conhecido com certeza pela luz natural da razão humana a partir das coisas criadas sem esta capacidade o homem não poderia acolher a revelação de Deus.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Cito alguns cientistas, filósofos e ex-ateus que por meio da razão natural sustentaram que tudo aponta a um criador, ou seja, Deus.</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em>“[...] Na verdade, meus dois principais livros antiteológicos forma escritos muito tempo antes do desenvolvimento da cosmologia do Big Bang e da introdução do argumento da sintonia perfeita a partir de constantes físicas. Mais no início da década de 1980, comecei a reconsiderar minhas opiniões. Admiti que os ateístas deviam sentir-se embaraçados diante do consenso cosmológico contemporâneo, pois parecia que os cosmólogos estavam fornecendo uma prova científica para aquilo que Santo Tomás de Aquino afirmava que não podia ser comprovado filosoficamente, ou seja, que o universo teve um começo.</em><em> [...]</em><em>Quando, ainda ateísta, conheci a teoria do big-bang, pareceu-me que ela fazia uma grande diferença, porque sugeria que o universo tinha um começo, e que a primeira frase do Gênesis – E no princípio Deus criou o céu e a terra.” – referia-se a um acontecimento no universo.”</em> <strong><sup>[6]</sup></strong></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em>“Em</em><em> </em><em>God and the Astronomers</em><em> </em><em>[Deus e os astrônomos], o astrofísico Robert Jastrow escreveu este parágrafo final:</em><em> </em><em>Neste momento parece que a ciência nunca será capaz de erguer a cortina acerca do mistério da criação. Para o cientista que viveu pela sua fé na força da razão, a história encerra como um sonho ruim. Ele escalou as montanhas da ignorância; vê-se prestes a conquistar o pico mais alto; à medida que se</em><em> </em><em>puxa para a rocha final, é saudado por um bando de teólogos que estiveram sentados ali durante séculos.”</em> <strong><sup>[7]</sup></strong></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em>“Agora vemos como a evidência astronômica conduziu a uma visão bíblica sobre a origem do mundo. Há diferença nos detalhes, porém os elementos essenciais e as considerações astronômicas e bíblicas sobre a gênese são as mesmas; a cadeia de eventos conduzindo ao homem iniciou de modo repentino e preciso em um momento definido no tempo, em um brilho de luz e energia. Tenho de concordar. O</em><em> </em><em>Big Bang</em><em> </em><em>grita por uma explicação divina. Obriga à conclusão de que a natureza teve um princípio definido. Não consigo ver como a natureza pôde ter-se criado.Apenas uma força sobrenatural, fora do tempo e do espaço,poderia tê-la originado.” <strong><sup>[8]</sup></strong></em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><em><strong> </strong></em></span><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Meu caro amigo ateu é mais do que claro que a razão quando livre de preconceitos iguais ao seu, deságua no oceano de certas proposições da Fé Cristã.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Agora vamos demonstrar para nosso amigo que Deus, anjos, demônios podem ser dignos de credibilidade perante a razão. Embora a razão humana possa chegar com suas forças ao conhecimento de um Deus com dito anteriormente, muitos são os obstáculos, o pecado que lhe impedem de descobrir as verdades de Deus, sendo necessária a revelação divina.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> De acordo com a lógica clássica Aristotélica a razão pode chegar ao conhecimento de algo através dos “três atos da razão”. Isso significa que qualquer verdade pode ser: (a) <em>compreendido </em>pela razão(<em>sem necessidade da revelação divina</em>)<em>; (b) descoberto</em>;<em> </em>(c) <em>provado</em>(<em>sem quaisquer base na revelação divina</em>).</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;">a) Podemos <em>compreender</em>, por exemplo, de que material é feita uma estrela apenas através da razão humana, e isso não é parte da revelação divina. Também podemos <em>compreender</em> por que o universo é tão bem ordenado. Como vimos anteriormente tudo indica que deve existir uma Inteligência sobre-humana por trás da criação do universo. O segundo exemplo está descrito na revelação divina, <em>que Deus criou tudo</em>, enquanto o primeiro não.</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;">b) Podemos <em>descobrir</em> que o planeta Marte existe apenas através da razão humana, isso, não é parte da revelação divina. Também podemos <em>descobrir</em> a existência histórica de Jesus apenas utilizando a razão com base em pesquisa histórica. Esta última verdade esta incluída na revelação divina, enquanto a primeira não está. Entretanto, não podemos descobrir apenas pela razão que Deus nos ama de tal maneira que deu Seu Filho para morrer por nós. Sabemos disso apenas através da revelação divina.</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;">c) Podemos <em>provar</em>, por exemplo, o teorema de Pitágoras apenas pela razão humana, pois este não consta na revelação divina. Entretanto, não podemos provar através da razão que Deus é Trino; podemos apenas crer, porque Ele nos revelou essa verdade, sendo que esta prova parte, única e exclusivamente da revelação divina.</span></p><p style="padding-left: 30px; text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2011/05/atabela-fe.jpg" alt="Resposta ao ateu J. E." width="541" height="201" title="Resposta ao ateu J. E." /></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;">Esclarecendo melhor, através dos atos da razão chegamos ao conhecimento de algo advindo da razão, razão e revelação e exclusivamente da revelação divina. A questão da existência de Deus, anjos, demônios e alma podem ser compreendidas pela terceira forma de conhecimento que é exclusivamente pela revelação divina ao qual não dispensa em nenhum momento a razão.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Nosso amigo ateu não sabe o que diz, quando sustenta que a crença em Deus, anjos, demônios e alma não existem por não ser comprovadas, quando podem ser exclusivamente pela revelação divina. Basta um mínimo de boa vontade para saber que diante da limitação da ciência e incompreensão da razão em descobrir certas verdades de Deus, é necessário a revelação divina para que alcancemos tal compreensão.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #993300;"> 2. Não é porque está escrito, que algo se torna verdade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Se não é porque está escrito, que algo se torna verdade, então porque será que os escritos ateístas se tornaram verdade para você?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Santo Agostinho estava certo quando disse: “<em>Nós amamos a verdade quando ela nos ilumina, mas a odiamos quando ela nos convence</em>”. É fácil nosso amigo ateu tomar como verdade os escritos ateístas pelo fato de satisfazer o seu ego, e difícil aceitar a veracidade do Cristianismo pelo fato de fazer tremer nas bases a suas convicções. Você não aceita a verdade cristã, não porque ela seja frágil, e sim por ser convincente ao ponto de lhe incomodar!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Meu caro amigo a verdade e o erro na tem idade. O falso é sempre falso e o verdadeiro é sempre verdadeiro. A lei de Deus é imutável permanecendo eterna e sempre verdadeira!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #800000;">3. Sou ateu, mas se um dia, eu visse uma assombração, espírito ou alguma outra coisa não material – algo espiritual, pronto! Com certeza eu mudaria de idéia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Meu caro amigo nós os cristão não acreditamos em alma penada. Seria mais elegante você utilizar outra desculpa para não crer em Deus, ao invés de ficar colocando culpa em almas penadas. Se pensar desta forma você vai morrer na sua ignorância até porque se lhe aparecer em algum momento o próprio Cristo, anjos ou espíritos, você não irá acreditar, no mínimo vai dizer que não foi nada além de uma ilusão mental que no final de tudo “Freud” explica. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Sua resistência em relação a Deus não esta na falta de provas e sim no coração. Busque de coração sincero e Deus lhe mostrará o caminho até Ele, prova maior sou eu!</span></p><p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;">&#8220;Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.&#8221;(Tiago.4.6)</span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #993300;">4. Um ateu não é o cara que quer fazer ao contrário, é apenas um cara que não aceita coisas sem provas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #003366;"> Queria saber que provas, você quer tanta prova, quando o ateísmo não possui nenhuma contra a existência de Deus.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Meu caro a descoberta de algo vai além do que é visível, tiremos como exemplo uma pedra que esta no fundo do mar, ela não deixa de ser verdadeira e real só porque deixo de ser visível aos nossos olhos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #993300;">5. Obs: Desculpe por ter sido áspero no inicio, mas o título desse post pediu uma reação assim. Pesquise, estude e comprove.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Desculpe pela dureza na resposta contra seus preconceitos, mas a suas declarações pediam uma resposta desta forma. Quanto ao <em>pesquisar, estudar e comprovar,</em> obrigado pela dica, há tempos tenho feito isto e cada vez me sinto motivado, justamente para rebater criticas de pessoas como você.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"> Quanto à ignorância que reina sobre a minha mente, reafirmo que reinava quando era ateu. Agora reina sobre ela <em>Aquele ao qual, Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que em nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor.</em>(Filipenses 2:9-11)</span></p><p>&nbsp;</p><p><em><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">In Corde Jesus, semper,<br /><em>Mendes Silva</em><br /> Membro do Apostolado Spiritus Paraclitus</span></em></p><p>&nbsp;</p><p><span style="color: #003366;"><em><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Referência Bibliografica:</span></strong></em></span></p> <address><span style="font-size: small;"><em><span style="color: #003366; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><sup>1</sup> <a title="William L. Rowe (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=William_L._Rowe&amp;action=edit&amp;redlink=1">William L. Rowe</a>. Atheism. [S.l.: s.n.].</span></em></span></address> <address><span style="font-size: small;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"><sup>2</sup>.<a href="http://www.religioustolerance.org/atheist4.htm">Definitions of the term &#8220;Atheism&#8221;</a>. Religious Tolerance. Página visitada em 11 de abril de 2011.</span></em></span></address> <address><span style="font-size: small;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"><sup>3 </sup>MEDAWAR, Peter B. <strong>Os limites da ciência.</strong> São Paulo: Unesp, 2008. p.61.</span></em></span></address> <address><span style="font-size: small;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"><sup>4</sup> Ibid.,p.62.</span></em></span></address> <address><span style="font-size: small;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"><sup>5</sup> Ibid.,p.62.</span></em></span></address> <address><span style="font-size: small;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"><sup>6 </sup>FLOW, Antony. <strong>Um ateu garante: Deus Existe.</strong> São Paulo: Unesp, Ediouro p.130.</span></em></span></address> <address><span style="font-size: small;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"><sup>7</sup> JASTROW, R. God and the Astronomers. New York: W. W. Norton, 1992. p. 107.</span></em></span></address> <address><span style="font-size: small;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #003366;"><sup>8</sup> Ibid., p.14.</span></em></span></address> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-ao-ateu-erick/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Resposta ao protestante Fernando</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-ao-protestante-fernando/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resposta-ao-protestante-fernando</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-ao-protestante-fernando/#comments</comments> <pubDate>Wed, 13 Apr 2011 12:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Apostolado Spiritus Paraclitus</dc:creator> <category><![CDATA[Debates]]></category> <category><![CDATA[Apologética]]></category> <category><![CDATA[Protestantismo]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=3711</guid> <description><![CDATA[Resposta dada ao protestante Fernando que criticou o artigo publicado no espaço Blog Notícias, intitulado:... <a class="meta-more" href="http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-ao-protestante-fernando/">Leia Mais <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;"><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="line-height: normal;">Resposta dada ao protestante Fernando que criticou o artigo publicado no espaço Blog Notícias, intitulado: &#8220;</span><span style="color: #333333; line-height: 19px;"><em>Convenção Batista traz Projeto Tenda da Esperança, que evangeliza em eventos de devoção à Maria</em></span><span style="line-height: normal;">&#8220;.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;"><em>Segue as citações de nosso irmão arrogante:</em></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small; color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="line-height: normal;"><span style="font-family: Arial,serif; line-height: 19px;"><em>&#8220;Os catolicos além de estarem perdendo fieis, estão perdidos sem uma mensagem contextualizada na palavra. ai se amedrontam com uma evangelização…. Musica de Padre marcelo, Zezinho e Fabio de melo não enchem barriga…e por isto que o povo esta saindo e mudando de religião.Acorda catolicos, o tempo esta próximo.&#8221; </em></span></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; color: #800000;"><span style="line-height: normal;"><span style="font-family: Arial,serif; line-height: 19px;"><em>&#8220;Porque os organizadores também não proíbem os vendedores de “santinhos”, imagens, fitas, e lembranças do convento? Porque isto de certa forma enriquece alguns….Proibir uma manifestação só porque é dos protestantes, me faça o favor né? A liberdade religiosa é isto, pregar o evangelho em todo o lugar, não entrando em confronto mais, o que vemos é uma igreja em cada esquina, e nas praças local privilegiado as igrejas sutuosas catolicas terrenos doados pelo governo com os impostos de todos…&#8221;</em></span></span></span><span style="line-height: normal;"> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Os desaforos de nosso irmão estão em vermelho, nossa resposta está em cor azul.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Confesso que mais difícil que responder seus questionamentos, primeiramente foi achar uma linha de raciocínio lógico perante sua falta não só de conhecimento, como também a carência de estrutura organizacional para um foco reflexivo. Mas vamos ajudá-lo, elaboramos alguns tópicos para melhor elucidar seu “tiroteio” em cima de suas dúvidas e afirmações.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Gostaria de iniciar com um pensamento que irá nos ajudar perante todo o percorrer de nosso diálogo.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Lord Acton (<em>1834-1902; Primeiro Barão de Acton e famoso historiador britânico</em>) assim disse: </span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><em>“Para os protestantes, a intolerância religiosa é como que parte de uma doutrina; a Igreja Católica tem como princípio e ideal a liberdade e só é intolerante quando circunstâncias externas obrigam a defender-se e a defender a verdade.”</em> <strong><em>(The History of Reedom 187)</em></strong></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Lindo não é, mas não vamos nos empolgar muito, a seguir lhe daremos as merecidas iluminações à obscuridade de pensamentos e também de conhecimento de sua parte.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">1. Possível proibição a venda de Artigos Religiosos</span></span></strong> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> O conteúdo do artigo publicado no site do apostolado em nada se refere a possíveis distrações exteriores como o exemplo citado por você, até porque a venda dos mesmos em nada contraria o que naquele momento se realizara. Muito menos questiona o modo de que “a” ou “b” usufruem de tais manifestações religiosas para ganhar seu pão de cada dia, desde que é claro isso não interfira no sentido proposto (doutrinal) pelo momento no qual se depara. Vejamos o que a Santa Sé nos ensina referente a Gêneros Artísticos:</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><em>“A importância e valor humano da obra de arte deve ser convenientemente reconhecida. Com efeito, a beleza eleva espontaneamente o espírito do que a contempla; por outro lado, qualquer produção artística pode apresentar e significar profundamente a condição humana; permite ao homem o melhor conhecimento de si mesmo; conhecimento que se deve buscar não só no campo das artes e letras mas também no campo moral e religioso.”</em> <strong><em>(Instrução Pastoral, “Communio et Progressio”, Pf. 55)</em></strong></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Mas, no seu caso em específico, o parágrafo 58 do mesmo documento é mais explícito, veja:</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><em><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">“Uma obra de artes pode levantar por vezes problemas de ordem moral, quando os espectadores são incapazes de compreender plenamente determinadas dimensões do mal, em virtude da sua idade, ignorância e formação deficiente.”</span></span></em></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Isto deixa claro que a Santa Sé não proíbe tais atividades, mas também delimita seu campo de ação.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">2. Suposta Proibição de manifesto pelo fato de ser protestante</span></span></strong></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Em nenhum momento você lê ou até mesmo em sã consciência pode achar no artigo a palavra “proibição”, até porque isso contraria totalmente o sentido de Ecumenismo que pioneiramente é empregado pela Igreja Católica. O que você alude como palavras de “proibição” significam na verdade a indignação e revolta dos organizadores do evento a “Afronta à liberdade e respeito mútuo” por parte deste insano ato protestante, bem como sua finalidade “evangelizadora” que, como o próprio projeto da Convenção batista descreve tem como objetivo “encaminhar essas pessoas a uma igreja batista para serem acompanhadas em suas novas vidas.”</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Protestantes ou não, a Igreja é contra qualquer atividade dessa natureza que desrespeite os princípios éticos e morais que circundam a liberdade em seus variados aspectos. Tenha mais calma ao ler e interpretar meu caro, pois “a verdadeira reflexão (Providência) move-se devagar, mas o demônio está sempre com pressa”, como dizia <em>Jhon Randolph of Roanuke</em>.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Tire suas conclusões apenas depois de uma reflexão adequada, tendo pesado as conseqüências.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">3. Liberdade Religiosa</span></span></strong> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Sua falta de conceito, embasamento e conhecimento sobre tal tema é gritante. Uma afirmação tão superficial restringe e chega até a desfigurar a real essência deste conceito de tal modo que até se iguá-la a tão pequena reflexão que diz que “os fins justificam os meios”.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Temos um aprofundamento muito maior a lhe mostrar:</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><em> “A liberdade religiosa consiste no seguinte: todos os homens devem estar livres da coação, quer por parte dos indivíduos, quer dos grupos sociais ou qualquer autoridade humana; e de tal modo que, em matéria religiosa, ninguém seja forçado a agir contra a própria consciência , nem impedido de proceder segundo a mesma, em privado e em público, só ou associado com outros, dentro dos devidos limites. Além disso, o direito à liberdade  religiosa se funda realmente na própria dignidade da pessoa humana, como a Palavra de Deus e a própria razão a dão a conhecer.”</em> <strong><em>(Declaração DIGNITATIS HUMANAE, sobre a Liberdade Religiosa, Pf. 2)</em></strong></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Este contexto geral em que a Santa Sé exprime a essência de tal contexto, aprofunda e evidencia sua falta de curiosidade ou mesmo sua comodidade em buscar conhecer certas verdades defendidas pela Igreja. Conceito esse que vocês (protestantes) têm desrespeitado constantemente com ações como essa levantada pelo artigo ao qual você se refere.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> No mesmo documento, no parágrafo 4, há algo específico sobre as incoerentes atitudes praticadas desse tipo de natureza, veja:</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><em><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">“[...] na difusão da fé religiosa e na difusão de novas práticas, deve sempre evitar-se o modo de agir que tenha visos de coação, persuasão desonesta ou simplesmente menos leal, sobretudo quando se trata de gente rude ou sem recursos. Tal modo de agir deve ser considerado como um abuso do próprio direito e lesão do direito alheio.”</span></span></em></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Portanto meu caro, você jamais irá encontrar atitudes semelhantes por parte da Santa Igreja que demonstra justamente o contrário e com cuidado e unidade de pastoreio nos direciona desde sempre ao respeito mútuo tanto pregado pelo próprio Cristo, Fundador de nosso Catolicismo.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">4. Uma igreja em cada esquina</span></span></strong></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Gosto particularmente desta expressão usada por você, e agradecemos por nos ter evidenciado uma das principais características do protestantismo. Para lhe ajudar irei trazer um pensamento de seu fundador que a muito tempo, antes da sua aparição na face da terra, também já nutria o mesmo raciocínio que você.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Lutero quando instaurou o “Livre Exame” provocou uma explosão em cadeia e cada estilhaço era uma nova seita e uma nova bomba para explodir. O próprio Lutero amargurado teve de admiti-lo:</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">“Há tantas seitas e crenças, como cabeças”, disse em 1525, cinco anos apenas após seu desligamento da Igreja Católica.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Uns trinta anos mais tarde, (com a rainha Isabel I) em seguida após uma forte influência luterana e calvinista, organizou-se a igreja anglicana. Dela originou-se logo uma dúzias de seitas: principal entre elas (como fecundidade) a igreja batista. Esta, só na América do Norte, deu a luz umas trinta novas seitas, entre as quais o Adventismo e bem mais tarde, o movimento pentecostal: ambos prolíferos, especialmente o segundo.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> E sabe o que é mais interessante, é que vocês continuam dividindo-se até hoje, realmente a expressão usada por você encaixa-se perfeitamente na realidade protestante.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> O que na Santa Igreja nunca aconteceu e jamais acontecerá, pois as seitas não têm lugar, quem discorda cai fora. Não é um novo ramo que brota e sim um ramo que seca e se desprende do tronco. </span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">5. Suposto beneficiamento de Terrenos à Igreja Católica</span></span></strong></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong> </strong> Mais uma vez fica clara aqui a sua carência de conhecimento perante o assunto, sua falta de imparcialidade perante a retirada de conclusões limita e muito o enfoque do que realmente é verdade.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> A Igreja Católica, maior Instituição Caritativa do planeta e pioneira nos mais variados ramos sociais e de ensino, sempre esforçou-se por atender com qualidade como conseqüência de seu Amor aos mais necessitados, aqueles que a buscavam e também aos que em sua peregrinação evangelizadora encontrava pelo caminho. Dessa forma, com o passar do tempo e até mesmo muito antes do Protestantismo ter sua primeira aparição na face da terra, o trabalho caritativo já estimulava o auxílio alheio em também ter uma participação ativa no amor ao próximo, fosse como doação material (terras, dízimo, casas e dependências, entre outros) fosse como voluntariado.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Ainda em tempos de contrariedade e tantas dificuldades, como estamos na atualidade perante a este “selvagem mundo globalizado e capitalista”, a Santa Igreja continua com o mesmo ardor no amor total a dignidade humana desde sua concepção até seus mais variados estágios de vida. Para isso, nos tempos atuais a Santa Igreja dispõe de auxílios de diversas áreas da sociedade perante seu múnus de evangelizar.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Como por exemplo, benefícios fiscais amparados por lei, como o acordo assinado entre o Vaticano e o Brasil em novembro de 2008 que regulamentou alguns aspectos jurídicos da Igreja Católica no país sul-americano, bem como deliberações eclesiásticas no âmbito de regime fiscal.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Outro exemplo são as Santas Casas de Misericórdia, organizações da sociedade civil com designação mais consagrada de instituições inspiradas na doutrina da Igreja Católica a qual lhe confere personalidade jurídica e desde sempre apoiadas pelo Estado em complementaridade e cooperação.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> O interessante é que foi através da Igreja Católica que outras instituições também vieram a gozar de tais benefícios jurídicos, inclusive o Protestantismo. Por isso, sugiro a você que antes de colocar em dúvida tais fatos procure saber sua profundidade.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">6. Suposta perda de Fiéis</span></span></strong> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Até concordamos com você no que se refere a números, mas discordamos totalmente no que diz respeito à <em>fiéis</em>, pois como bem lembra o sentido da palavra eles continuam e continuarão até o fim dos tempos fiéis à sã doutrina, sem “desviar-se para esquerda ou para direita”.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Quanto à sua incoerência de sentido, enquanto valores, o verdadeiro Cristianismo não é e nunca foi uma “guerra de fiéis”, primeiramente é uma história de amor para com Deus, e essa é uma das essências de nosso Catolicismo.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Enquanto vocês (protestantes e suas variadas ramificações) preocupam-se, em geral, primeiramente com números, nós, Católicos primeiramente, por amor a Deus e a sua Esposa (A Santa Igreja) doamos nossa vida para seu anúncio e conhecimento.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Como nos ensina Bento XVI, “é necessário ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja.”</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Para os que se deixam levar por esses pensamentos ideologicamente individuais e convenientes resta a Misericórdia Divina e o duro pesar das conseqüências:</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><em>“A Esposa de Cristo não pode adulterar, é fiel e casta. Aquele que se separa dela saiba que se junta a uma adúltera, e que as promessas da Igreja já não os alcança. Aqueles que abandonam a Igreja não esperem que Jesus Cristo o recompense, é um estranho, um proscrito, um inimigo. Não pode ter Deus por Pai no céu quem não tem a Igreja por mãe na terra.”</em> <strong><em>(S. Cipriano – Bispo de Cartago)</em></strong></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">7. Suposta falta de Mensagem contextualizada na Palavra e posterior amedrontamento de uma “evangelização”</span></span></strong> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Meu caro Fernando confesso que com essa você se superou, falta de mensagem contextualizada na palavra? Perdidos? Amedrontados?</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Caríssimo, a Santa Igreja é guia na fé (e provaremos isso oportunamente) só ela está autorizada a me dizer entre quais limites devo crer. A Igreja Católica em sua Sagrada Tradição Apostólica (oral e escrita) transmitiu o Sagrado Evangelho através dos tempos segundo a ordem do Senhor:</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><em>“Deus dispôs com suma benigdade que as aquelas coisas que revelara para a salvação de todos os povos permanecessem sempre íntegras e fossem transmitidas a todas as gerações.”</em> <strong><em>(Dei Verbum 7)</em></strong></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> A Santa Igreja em bem 5 concílios, a começar pelo de Laodicéia (363), e também em 300 anos de discussões decidiu, à luz do Espírito Santo, os livros que poderiam ou não ser canonizados.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">“Eu não acreditaria nem nos Evangelhos – dizia o grande Sto. Agostinho – se não me basea-se na autoridade da Igreja”. Houve dúvidas sim, mas a Igreja resolveu.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Enquanto a sua acusação de falta de contextualização saiba que, antes de Lutero (de 1450 a 1520) a Igreja Católica realizou 188 edições da Bíblia; em latim, hebraico, italiano, francês, boêmio, flamengo, eslavo e russo. <strong><em>(Cf. Falk: Biel em Augange dês Mitterlaters)</em></strong></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Mas veja que interessante, como a acusação de Lutero refere-se ao tempo que a Igreja estava no máximo esplendor (Idade Média), convido entre outros, um protestante a rebater. É Dobschutz quem fala: <em>“Temos de admitir que a Idade Média possui um completo, surpreendente e muito louvável conhecimento da Bíblia, sob muitos aspectos, talvez maior para nossa confusão do que os nossos tempos.”</em> <strong><em>(Deutche Rundskau, 1900, 61)</em></strong>.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Indo um pouco mais a fundo, um sábio protestante chamado <em>Bunzen</em> encontrou na tradução de Lutero mais de 3.000 alterações que aparecia especialmente nas passagens que tratavam de fé e obras.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Aos Católicos que lhe chamaram atenção, respondeu simplesmente assim: “O Doutor Lutero assim o quis e diz que um burro e um papista são uma e mesma coisa. Eu assim o quis e determinei que assim fosse. O meu querer: eis a razão.” <strong><em>(Jansem: History of the German people, 419)</em></strong></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Suas “traduções” protestantes daí se derivaram, e hoje ainda continuam a inventar novos modos de inserir seus pensamentos pessoais, bem como de “contextualizá-la” a seus próprios desejos. Lembrando também que o Protestantismo retirou, de acordo com a maneira de calcular, 6 ou 7 livros da Bíblia.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Enquanto a falta de contextualização na Palavra, espero ter elucidado sua arrogância. E tenho certeza que também ficou claro quem realmente está perdido e amedrontado.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">8. Comentário contra Sacerdotes da Santa Igreja e seus respectivos trabalhos de Evangelização</span></span></strong></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Não cremos que seja fome que esteja desviando uma pequena parte da sã doutrina e da verdadeira e única Igreja de Cristo, como o modo a que você se refere à determinada situação. Sua falta de controle emocional demonstra sua miséria de argumentos que, apenas superada por tamanha prepotência, expõe o descrédito por aquilo que você opina, que por acaso são facilmente debatíveis.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Primeiramente a música no universo católico, usada por vários sacerdotes como meio evangelizador, nunca foi para preencher intestino de ninguém. Todas elas, algumas compostas em profundos momentos de adoração ao Santíssimo, são para preenchimento da alma, do espiritual, tendo como objetivo principal o encontro e experiência pessoal com o Deus Vivo.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Em conseqüência deste meio evangelizador, há sim ganhos financeiros, mas que em muitas vezes são destinados a fins de continuidade da própria evangelização. Em outros casos, nem são aceitos; como o exemplo a seguir:</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">O Padre Marcelo, citado por você, foi contactado a pouco tempo atrás, por uma equipe de eventos que conheço afim de que viesse realizar um show católico na cidade que resido. Ele não aceitou vir. Em posterior diálogo com os organizadores do evento, soube o motivo real de sua decisão, ele viria apenas (de graça sem cachê) se no evento nada fosse cobrado ao público, ou seja, que o evento fosse aberto ao público. Como os organizadores não teriam como custear as despesas sem a cobrança do ingresso não conseguiram trazê-lo.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="color: #800000; font-size: small;"><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Que lindo não é mesmo?</span></strong></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> Bom meu caro Fernando, sugiro que você reflita profundamente em tudo que aqui foi exposto e, se por um acaso, você ainda vier a discordar, busque alguém para lhe auxiliar nos argumentos, pois dificilmente iremos voltar a responder outra ignorância sem fundamento algum como a sua.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><em><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">“QUE DEUS GUARDE E ILUMINE SEU CORAÇÃO NA MEDIDA EM QUE SUA ABERTURA TAMBÉM FOR DE MESMA INTENSIDADE.”</span></span></em></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; padding-left: 30px;">&nbsp;</p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366; font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> In Corde Jesu, semper,</span><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="color: #808080;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><br /> Ivanildo de Oliveira<br /> Membro do Apostolado Spiritus Paraclitus</span></span></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="color: #808080;"><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><br /> </span></span></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: left;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Fontes de Pesquisa:</span></strong></span></p><ul><li><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Catecismo da Igreja Católica (CIC);<strong> </strong></span></span></li><li><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Batendo Papo Com um Crente &#8211; Pequeno Dicionário Apologético – Pe. Lino Simonelli, PIME<strong> </strong></span></span></li><li><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Bento XVI, Um Perfil Biográfico / António Marujo – São Paulo: Paulinas, 2007<strong> </strong></span></span></li><li><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Dez princípios conservadores / Russel_Kirk &#8211; Traducao</span></span></li><li><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Eclesiástico.net<strong> </strong></span></span></li><li><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/</span></span></li></ul></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2011/xespaco-do-leitor/debates/resposta-ao-protestante-fernando/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Rebatendo o panfleto intitulado:”Em que crêem as Testemunhas de Jeová”</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2011/apologetica/rebatendo-o-panfletoem-que-creem-as-testemunhas-de-jeova/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rebatendo-o-panfletoem-que-creem-as-testemunhas-de-jeova</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2011/apologetica/rebatendo-o-panfletoem-que-creem-as-testemunhas-de-jeova/#comments</comments> <pubDate>Sat, 29 Jan 2011 19:59:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Mendes Silva</dc:creator> <category><![CDATA[Apologética]]></category> <category><![CDATA[Debates]]></category> <category><![CDATA[Protestantismo]]></category> <category><![CDATA[Prostestantismo]]></category> <category><![CDATA[Testemunho de Jeova]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=2685</guid> <description><![CDATA[&#8220;Não penses que as heresias são produto de mentes tapadas. É necessário uma mente brilhante... <a class="meta-more" href="http://www.paraclitus.com.br/2011/apologetica/rebatendo-o-panfletoem-que-creem-as-testemunhas-de-jeova/">Leia Mais <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #999999;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">&#8220;Não penses que as heresias são produto de mentes tapadas. É necessário uma mente brilhante para conceber e gerar uma heresia. Quanto maior o brilho da mente,maiores suas aberrações.&#8221; Santo Agostinho</span></span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O mencionado artigo foi desenvolvido buscando defender a Doutrina da Santíssima Trindade que é contestada em um panfleto das Testemunhas de Jeová intitulado: “Em que crêem as testemunhas de Jeová?”</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Lendo calmamente o panfleto, atentei para a seguinte citação que explicava o seu posicionamento acerca da Santíssima Trindade que diz: </span><span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>“Nós as Testemunhas de Jeová não cremos que Jesus seja igual ao Pai como ensina a doutrina da Trindade em vez disso, cremos que ele foi criado por Deus e que lhe esta subordinado.</em>”</span></span></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Isso não é uma novidade com também não deixa de ser uma heresia !</span></span></p><p style="text-align: left;"><em><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Jesus não é Deus?  Será Jesus criado como afirma as Testemunhas de Jeová? </span></span></span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na verdade essa questão não é algo novo na história da Igreja, tal heresia ficou mais conhecida como Arianismo ou Subordinacionismo ariano. A questão da divindade do filho ocupará quase todo o século IV. Foi levantada inicialmente por Ário nos anos 318-320 d.C e provoca a reunião do primeiro concílio ecumênico em Nicéia em 325.</span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Tal formula de fé foi estabelecida:</span></span></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Cremos em um só Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, Unigênito nascido do Pai, isto é, da substância do Pai; Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, <strong>gerado</strong>, <strong>não criado</strong>, da mesma substância que o Pai. Por ele foram feitas todas as coisas, as do céu e as da terra.</span></span></span></span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As Testemunhas de Jeová afirma que Jesus reconheceu ser inferior ao Pai, com base na passagem que diz: <span style="color: #003366;">“<em>O Pai é maior do que eu.</em>”</span> Jo 14,28;. Tal afirmação pode ser contestada, pois o Evangelho de São João reconhece a unidade entre Jesus e o Pai em outras passagens, como: <em><span style="color: #003366;">“Eu e o Pai somos um(=uma só divindade)”</span> Jo 10,30; <span style="color: #003366;">“O Pai esta em mim, e eu estou no Pai”</span> Jo 10,38;</em></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Contestando cada vez mais o erro propagado pelas Testemunhas de Jeová, percebemos nas escrituras Jesus aceitando ser adorado, sabemos que adoração é devida unica e exclusivamente a Deus. Vejamos<em><span style="color: #003366;">(Jo 9.38; Mt 2.11; 8.2; 9.18; 14,33; 15.25; 28.9,17; Lc 24.52;) </span></em></span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O que percebi foi uma leitura mal fundamentada aplicada em cima da passagem de Jo 14,28 para favorecer a uma interpretação herética, podendo levar muitas pessoas ao erro, por falta de descuidada investigação a todo o conjunto das escrituras sagradas.  <strong></strong></span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A carta de São Pedro já alertava quanto a este tipo de desvios doutrinários: <em><span style="color: #003366;">“Haverá entre vós falsos mestres, os quais trarão heresias perniciosas, negando o Senhor que o resgatou e trazendo sobre si repentina destruição.” <span style="color: #000000;">2 Pd 2,1</span>;</span></em></span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para sustentarmos a doutrina da Santíssima Trindade mostrando que Jesus não foi criado, como atesta as testemunhas de Jeová, tomemos como base os escritos de São João.</span></span></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="color: #003366;">No princípio era o Verbo e Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.</span> Jo 1,1;</span></span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">São João ao escrever <span style="color: #003366;">“<em>No princípio era o Verbo</em>”</span> enlaça seu evangelho com o relato da criação do mundo descrita pelo Gênesis: <em><span style="color: #003366;">“No princípio, Deus criou o céu e a terra.”</span></em> São João quer indicar que precedendo a própria criação, existia o Verbo divino e este se deu a conhecer, pois assim diz: <em><span style="color: #003366;">“E o Verbo se fez carne e habitou no meio de nos.”</span></em> Jo 1,14;</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A passagem de Jo 1,14 faz clara referência a encarnação, ocorrida no tempo, tendo a Virgem como mãe. Porém antes de fazer referência a encarnação do Verbo, no prólogo João evita cuidadosamente o uso do verbo <strong>”fazer/criar” (poieô)</strong> no grego, pois um ser divino não pode ser criado, para isso se utiliza da metáfora <strong>“nascer/gerar”</strong> Jo 1,13.18;  Percebemos aí um grande erro difundido pelas Testemunhas de Jeová em afirmar que Jesus foi criado, contrariando o próprio texto bíblico.</span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Assumindo que o Verbo divino não foi criado então o ensinamento das Testemunhas de Jeová não tem credibilidade. Ora, o verbo divino não foi criado, pois assim diz a palavra:</span><em> <span style="color: #003366;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“&#8230;e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. No princípio, ele estava com Deus”, </span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">e acrescenta:</span></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> “Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada foi feito.”</span></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Jo 1,3; </span></em></span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Logo, o ensinamento das Testemunhas de Jeová não tem fundamento algum, pois não poderia ser criado aquele por meio do qual tudo foi feito.</span></span></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="color: #003366;">“Digo-vos isto agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer creias que <strong>EU SOU</strong>”</span> Jo 13,19</span></span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Podemos notar nos escritos de São João a expressão <strong>“<em>EU SOU</em>”</strong> que nos faz uma notável alusão de como Deus se revelou no Antigo Testamento: <span style="color: #003366;"><em>“Moisés disse a Deus: &#8211; Quando eu for aos israelitas e disser: O Deus de vossos pais me enviou até vós; e me perguntarem: -Qual o seu nome? Que direi? – Disse Deus a Moisés: &#8220;<strong>EU SOU&#8221;</strong> aquele que é” </em>Ex 3,13-14.</span></span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>EU SOU</strong> designa algo eterno que nunca foi criado, imutável. Em muitas das passagens notamos que Jesus declara <strong>“EU SOU” </strong>indicando assim sua condição divina, eterna e imutável fazendo referência ao Antigo Testamento.</span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Vejamos as passagens bíblicas:</span></span></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Disse-vos que morrereis em vossos pecados, porque, se não crerdes que <strong>EU SOU</strong>, morrereis em vossos pecados.” <span style="color: #000000;">Jo 8,24</span></span></span></span></span></em></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em></em><em>“Quando tiveres elevado o Filho do Homem, então sabereis que <strong>EU SOU</strong>” <span style="color: #000000;">Jo 8,28</span></em></span></span></span></span></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em></em><em>“Em verdade vos digo: antes que Abraão existisse, <strong>EU SOU</strong>” <span style="color: #000000;">Jo 8,58</span></em></span></span></span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A transcendência do homem Jesus se revela claramente no Evangelho de São João contrariando mais uma vez o ensino das Testemunhas de Jeová.</span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Trataremos agora a questão da inferioridade do Filho em relação ao Pai. A fim de esclarecer tal afirmação, tomarei como base o que diz São Paulo em carta aos Filipenses:</span></span></span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #003366;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Ele tinha condição divina, mas não se apegou a sua igualdade com Deus. Pelo contrário esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo e tornando-se semelhante aos homens.Por seu aspecto, ele era reconhecido como homem. Ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz. Por isto, Deus o exaltou soberanamente e lhe deu o Nome que está acima de todo nome, a fim de que, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre nos céus, sobre a terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o senhor para a glória de Deus Pai.” <span style="color: #000000;">Fl. 2,6-11</span>; </span></span></span></span></em></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">São Paulo faz referência a um hino litúrgico antigo em Fl 2,6-11; o que significa que ele não é o inventor dessa doutrina, mas a reproduz nos dando a entender que já era crença comum dos primeiros cristãos enxergarem Jesus como o próprio Deus que preexistia ou existia antes de se manifestar aos homens. Interessante, as Testemunhas de Jeová sendo fundada em 1872 por Charles Taze Russell se acha no direito de distorcer uma doutrina apregoada a mais de 2.000 anos.</span></span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Nas palavras de São Paulo notamos clara alusão que o Filho possui a mesma condição divina do Pai, não sendo inferior a Ele enquanto Deus, pois assim diz: <em><span style="color: #003366;">“Ele tinha condição divina, mas não se apegou a sua igualdade com Deus..”</span></em></span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A inferioridade do Filho em relação ao Pai, não é em relação a sua condição divina e sim em sua forma humana que se revestiu, sendo obediente ao Pai, pois <em><span style="color: #003366;">“Esvaziou-se de si mesmo, e assumiu a condição de servo, tornando-se obediente até a morte de cruz.”</span></em> Fl 2,8;</span></span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pode-se notar que a Doutrina Católica permanece fiel a Bíblia e tradição Apostólica não levando as pessoas ao erro, afastando das verdades que Jesus Conferiu a sua Igreja.</span></span></span></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> </span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2011/apologetica/rebatendo-o-panfletoem-que-creem-as-testemunhas-de-jeova/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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