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><channel><title>Paraclitus</title> <atom:link href="http://www.paraclitus.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.paraclitus.com.br</link> <description></description> <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 14:58:46 +0000</lastBuildDate> <language>pt-BR</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator> <item><title>Carta do Padre Lodi à Presidência da CNBB: Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/anoticias/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/anoticias/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo/#comments</comments> <pubDate>Wed, 22 May 2013 14:50:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Apostolado Spiritus Paraclitus</dc:creator> <category><![CDATA[Blog & Notícias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9725</guid> <description><![CDATA[<p><img
width="300" height="200" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2011/02/vaticano.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="vaticano.jpg" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #808080;">Em relação aos recentes intentos legislativos de equiparar família e uniões de fato, inclusive homossexuais convém levar em conta que seu reconhecimento jurídico é o primeiro passo rumo à equiparação, é preciso recordar aos parlamentares a sua grave responsabilidade de opor-se a isto</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">À Presidência da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Assunto: <strong>Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo.</strong></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Excelentíssimos e Eminentíssimos Senhores</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Dom José Belisário da Silva</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Presidente da CNBB em exercício</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Dom Sergio Arthur Braschi</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Vice-Presidente da CNBB em exercício</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Dom Leonardo Ulrich Steiner</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Secretário Geral da CNBB</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>1.</strong> Diante da "Nota sobre uniões estáveis de pessoasdo mesmo sexo"<sup><a
href="http://padrepauloricardo.org/blog/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo#nota01"><span
style="color: #000000;">[1]</span></a></sup>, publicada em 16 de maio de 2013, uno-me a Vossas Excelências Reverendíssimas no repúdio à Resolução n.º 175/2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a "habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo". Sem dúvida, como bem recordou a Nota, "a diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural". A resolução do CNJ é mais um dos frutos da perniciosa ideologia de gênero, que tende a destruir a família natural.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>2.</strong> No entanto, segundo meu parecer, a Nota poderia ter sido mais precisa do ponto de vista terminológico, a fim de evitar ambiguidades e perplexidades nos leitores. Permitam-me Vossas Excelências Reverendíssimas que lhes exponha humildemente minhas observações ao texto.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>3.</strong> Logo no primeiro parágrafo, diz a Nota: "Desejamos também recordar nossa rejeição à grave discriminação contra pessoas devido à sua orientação sexual...". A Santa Sé tem evitado sistematicamente usar o termo "orientação sexual", tão caro à ideologia de gênero. Com efeito, o homossexualismo – dado o seu caráter antinatural – não é uma "orientação", mas uma desorientação sexual. Quanto à discriminação contra as pessoas homossexuais, o Catecismo da Igreja Católica condena-a, mas acrescenta um importante adjetivo, que não foi reproduzido na Nota: "Evitar-se-á para com eles [os homossexuais] todo sinal de discriminação injusta" (Catecismo, n. 2358). Ao usar ao adjetivo "injusta", o Catecismo dá a entender que existem discriminações justas para com os homossexuais. E de fato há. Uma delas é a proibição de se aproximarem da Sagrada Comunhão (o que vale para qualquer pessoa em pecado grave). Outra delas é o impedimento de ingressarem em Seminários ou Institutos Religiosos. Um terceiro exemplo seria o de uma mãe de família que demite a babá que cuida de seus filhos, ao constatar que ela é lésbica... Considerar que toda discriminação aos homossexuais é injusta seria dar direitos ao vício contra a natureza.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>4.</strong> A Nota, com razão, condena a equiparação das uniões de pessoas do mesmo sexo ao casamento ou à família. No entanto, parece admitir que tais uniões pudessem gozar de algum direito civil, excluída tal equiparação: "Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil". Ora, o Magistério da Igreja tem condenado não só a equiparação de tais uniões ao matrimônio, mas qualquer reconhecimento jurídico de tais uniões:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Em relação aos recentes intentos legislativos de equiparar família e uniões de fato, inclusive homossexuais (convém levar em conta que seu reconhecimento jurídico é o primeiro passo rumo à equiparação), é preciso recordar aos parlamentares a sua grave responsabilidade de opor-se a isto...<sup><a
href="http://padrepauloricardo.org/blog/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo#nota02"><span
style="color: #000000;">[2]</span></a></sup></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimônio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo.<sup><a
href="http://padrepauloricardo.org/blog/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo#nota03"><span
style="color: #000000;">[3]</span></a></sup></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria.<sup><a
href="http://padrepauloricardo.org/blog/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo#nota04"><span
style="color: #000000;">[4]</span></a></sup></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>5.</strong> No caso em tela, teria sido oportuno ressaltar – como aliás já fez a CNBB em outra ocasião – que a Igreja se opõe não só ao matrimônio, mas também ao simples reconhecimento da "união estável" de pessoas do mesmo sexo, especialmente quando isso se fez não por lei, mas por uma decisão arbitrária do Supremo Tribunal Federal (ADI 4277; ADPF 132) que atribuiu a si o papel de legislador, invadindo competência do Congresso Nacional.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>6.</strong> Por fim – isto é apenas uma sugestão – seria conveniente sugerir ao Congresso Nacional que, por meio de um decreto legislativo, sustasse as arbitrárias decisões do STJ e do CNJ que extrapolaram sua competência e impuseram ao povo um novo "modelo" de família e matrimônio.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>7.</strong> Com a reverência devida aos Sucessores dos Apóstolos, peço que Vossas Excelências Reverendíssimas redijam e publiquem uma nova Nota que esclareça os pontos acima apontados.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Desde já agradeço e despeço-me pedindo suas bênçãos.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Presidente do Pró-Vida de Anápolis.</span></p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
width="300" height="200" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2011/02/vaticano.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="vaticano.jpg" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #808080;">Em relação aos recentes intentos legislativos de equiparar família e uniões de fato, inclusive homossexuais convém levar em conta que seu reconhecimento jurídico é o primeiro passo rumo à equiparação, é preciso recordar aos parlamentares a sua grave responsabilidade de opor-se a isto</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">À Presidência da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Assunto: <strong>Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo.</strong></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Excelentíssimos e Eminentíssimos Senhores</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Dom José Belisário da Silva</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Presidente da CNBB em exercício</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Dom Sergio Arthur Braschi</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Vice-Presidente da CNBB em exercício</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Dom Leonardo Ulrich Steiner</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Secretário Geral da CNBB</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>1.</strong> Diante da "Nota sobre uniões estáveis de pessoasdo mesmo sexo"<sup><a
href="http://padrepauloricardo.org/blog/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo#nota01"><span
style="color: #000000;">[1]</span></a></sup>, publicada em 16 de maio de 2013, uno-me a Vossas Excelências Reverendíssimas no repúdio à Resolução n.º 175/2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a "habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo". Sem dúvida, como bem recordou a Nota, "a diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural". A resolução do CNJ é mais um dos frutos da perniciosa ideologia de gênero, que tende a destruir a família natural.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>2.</strong> No entanto, segundo meu parecer, a Nota poderia ter sido mais precisa do ponto de vista terminológico, a fim de evitar ambiguidades e perplexidades nos leitores. Permitam-me Vossas Excelências Reverendíssimas que lhes exponha humildemente minhas observações ao texto.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>3.</strong> Logo no primeiro parágrafo, diz a Nota: "Desejamos também recordar nossa rejeição à grave discriminação contra pessoas devido à sua orientação sexual...". A Santa Sé tem evitado sistematicamente usar o termo "orientação sexual", tão caro à ideologia de gênero. Com efeito, o homossexualismo – dado o seu caráter antinatural – não é uma "orientação", mas uma desorientação sexual. Quanto à discriminação contra as pessoas homossexuais, o Catecismo da Igreja Católica condena-a, mas acrescenta um importante adjetivo, que não foi reproduzido na Nota: "Evitar-se-á para com eles [os homossexuais] todo sinal de discriminação injusta" (Catecismo, n. 2358). Ao usar ao adjetivo "injusta", o Catecismo dá a entender que existem discriminações justas para com os homossexuais. E de fato há. Uma delas é a proibição de se aproximarem da Sagrada Comunhão (o que vale para qualquer pessoa em pecado grave). Outra delas é o impedimento de ingressarem em Seminários ou Institutos Religiosos. Um terceiro exemplo seria o de uma mãe de família que demite a babá que cuida de seus filhos, ao constatar que ela é lésbica... Considerar que toda discriminação aos homossexuais é injusta seria dar direitos ao vício contra a natureza.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>4.</strong> A Nota, com razão, condena a equiparação das uniões de pessoas do mesmo sexo ao casamento ou à família. No entanto, parece admitir que tais uniões pudessem gozar de algum direito civil, excluída tal equiparação: "Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil". Ora, o Magistério da Igreja tem condenado não só a equiparação de tais uniões ao matrimônio, mas qualquer reconhecimento jurídico de tais uniões:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Em relação aos recentes intentos legislativos de equiparar família e uniões de fato, inclusive homossexuais (convém levar em conta que seu reconhecimento jurídico é o primeiro passo rumo à equiparação), é preciso recordar aos parlamentares a sua grave responsabilidade de opor-se a isto...<sup><a
href="http://padrepauloricardo.org/blog/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo#nota02"><span
style="color: #000000;">[2]</span></a></sup></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimônio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo.<sup><a
href="http://padrepauloricardo.org/blog/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo#nota03"><span
style="color: #000000;">[3]</span></a></sup></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria.<sup><a
href="http://padrepauloricardo.org/blog/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo#nota04"><span
style="color: #000000;">[4]</span></a></sup></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>5.</strong> No caso em tela, teria sido oportuno ressaltar – como aliás já fez a CNBB em outra ocasião – que a Igreja se opõe não só ao matrimônio, mas também ao simples reconhecimento da "união estável" de pessoas do mesmo sexo, especialmente quando isso se fez não por lei, mas por uma decisão arbitrária do Supremo Tribunal Federal (ADI 4277; ADPF 132) que atribuiu a si o papel de legislador, invadindo competência do Congresso Nacional.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>6.</strong> Por fim – isto é apenas uma sugestão – seria conveniente sugerir ao Congresso Nacional que, por meio de um decreto legislativo, sustasse as arbitrárias decisões do STJ e do CNJ que extrapolaram sua competência e impuseram ao povo um novo "modelo" de família e matrimônio.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;"><strong>7.</strong> Com a reverência devida aos Sucessores dos Apóstolos, peço que Vossas Excelências Reverendíssimas redijam e publiquem uma nova Nota que esclareça os pontos acima apontados.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Desde já agradeço e despeço-me pedindo suas bênçãos.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</span> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Presidente do Pró-Vida de Anápolis.</span></p>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/anoticias/carta-do-padre-lodi-a-presidencia-da-cnbb-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Testemunho comovedor de uma das vítimas do ataque contra igreja católica nos EUA</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/anoticias/testemunho-comovedor-de-uma-das-vitimas-do-ataque-contra-igreja-catolica-nos-eua/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=testemunho-comovedor-de-uma-das-vitimas-do-ataque-contra-igreja-catolica-nos-eua</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/anoticias/testemunho-comovedor-de-uma-das-vitimas-do-ataque-contra-igreja-catolica-nos-eua/#comments</comments> <pubDate>Tue, 21 May 2013 19:16:38 +0000</pubDate> <dc:creator>Apostolado Spiritus Paraclitus</dc:creator> <category><![CDATA[Blog & Notícias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9722</guid> <description><![CDATA[ALBUQUERQUE,  Maio 08:25 am (ACI/EWTN Noticias).- &#8220;Eu estava desvanecendo, pensei que ia morrer. Mas se morresse, não teria melhor lugar que na minha igreja&#8220;, afirmou Gerald Madrid, um dos quatro membros do coro paroquial que foram atacados a facadas no domingo durante a celebração de uma Missa em Albuquerque, Estados Unidos. Os fatos ocorreram na [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center;"><img
class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" title="Testemunho comovedor de uma das vítimas do ataque contra igreja católica nos EUA" alt="Testemunho comovedor de uma das vítimas do ataque contra igreja católica nos EUA" src="http://i0.wp.com/www.paraclitus.com.br/wp-content/gallery/noticias/not025.jpg?resize=400%2C272" data-recalc-dims="1" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">ALBUQUERQUE,  Maio 08:25 am (<a
href="http://www.acidigital.com/noticia.php?id=25339" target="_self"><span
style="color: #000000;">ACI/EWTN Noticias</span></a>).- &#8220;Eu estava desvanecendo, pensei que ia morrer. Mas se morresse, não teria melhor lugar que na minha <a
href="http://www.acidigital.com/igreja/index.html"><span
style="color: #000000;">igreja</span></a>&#8220;, afirmou Gerald Madrid, um dos quatro membros do coro paroquial que foram atacados a facadas no domingo durante a celebração de uma <a
href="http://www.acidigital.com/fiestas/eucaristia/index.html"><span
style="color: #000000;">Missa</span></a> em Albuquerque, Estados Unidos.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Os fatos ocorreram na igreja São Judas Tadeu em Paradise Hills. No domingo 28 de abril, durante a Missa dominical de meio-dia, um homem que não pertencia à paróquia, identificado como Lawrence Capener de 24 anos de idade, atacou os membros do coro a facadas logo depois da comunhão.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">&#8220;Graças a Deus sobrevivi&#8221;, manifestou Madrid desde o hospital, onde se recupera das cinco facadas que recebeu.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Explicou ao noticiário local KOB Eyewitness News 4, que quando começou o ataque &#8220;imediatamente soltei minha flauta e saí ao encontro do cara (…) Nunca vi a faca, só fui ao seu encontro. Abracei-o, estivemos peito a peito. Queria derrubá-lo ao chão. Eu tinha meus braços ao redor do seu peito, e seus braços estavam livres. Aí foi quando ele começou a me apunhalar&#8221;.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Madrid, empresário em Alburquerque e pai de um filho, indicou que sua intenção era proteger o diretor do coro, e que pensou que inicialmente o atacante só o empurrava até que uma pessoa ao querer ajudá-lo se aproximou para derrubar o atacante e aí ele se deu conta que tinha sido ferido.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Seu filho, Christian Madrid, disse que seu pai é dos que &#8220;dão a sua <a
href="http://www.acidigital.com/vida/index.html"><span
style="color: #000000;">vida</span></a> por uma mulher, uma criança ou um homem porque vale a pena&#8221;.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Por sua parte, o Arcebispo de Santa Fé, Dom Michael J. Sheehan, através de um comunicado na página Web da Arquidiocese no mesmo dia do ataque, expressou estar &#8220;profundamente triste pelo incidente&#8221;.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">O Prelado elevou &#8220;suas <a
href="http://www.acidigital.com/Oraciones/"><span
style="color: #000000;">orações</span></a> por todos os que saíram machucados, suas famílias e fiéis e espera que isto jamais volte a acontecer. A Comunidade da Paróquia São Judas Tadeu é uma comunidade vibrante e guiada por um excelente Pastor, o Padre John Daniel&#8221;.</span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/anoticias/testemunho-comovedor-de-uma-das-vitimas-do-ataque-contra-igreja-catolica-nos-eua/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O lógica do Purgatório</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/doutrina/ceu-inferno-purgatorio/o-logica-do-purgatorio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-logica-do-purgatorio</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/doutrina/ceu-inferno-purgatorio/o-logica-do-purgatorio/#comments</comments> <pubDate>Mon, 13 May 2013 14:52:28 +0000</pubDate> <dc:creator>tiago rodrigo silva</dc:creator> <category><![CDATA[Céu - Inferno - Purgatório]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9700</guid> <description><![CDATA[<p><img
width="260" height="210" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inferno_260_210.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="inferno_260_210.jpg" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Neste artigo eu gostaria de examinar o caso lógico para o purgatório. Mas antes de fazê-lo, vamos dar uma olhada no que é o purgatório. O Catecismo ensina:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Todos os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas ainda imperfeitamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, após a morte passam por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu. . . . A Igreja dá o nome de Purgatório a essa purificação final dos eleitos, que é completamente diferente do castigo dos condenados "(CCC 1030 - 1031).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>Invenção Católica?</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Cristãos não católicos gostam de dizer que a Igreja Católica "inventou" a doutrina do purgatório para ganhar dinheiro, mas eles têm dificuldade em dizer exatamente quando. A maioria dos “profissionais” anticatólicos, os que ganham a vida atacando o Catolicismo, parece colocar a culpa sobre o Papa Gregório, o Grande (590-604 AD).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Mas isso dificilmente representa o pedido de Mônica, mãe de Agostinho, que pediu a seu filho, no quarto século, para lembrar-se de sua alma em suas Missas. Isso não faria sentido se ela achava que sua alma não se beneficiaria de orações, como seria o caso se ela fosse ao inferno ou na glória do céu.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Nem atribuir à doutrina de Gregório explica o grafite nas catacumbas, onde os cristãos durante as perseguições dos primeiros três séculos registravam orações para os mortos.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> De fato, alguns dos primeiros escritos cristãos fora do Novo Testamento, como os Atos de Paulo e Tecla e o martírio de Perpétua e Felicidade (ambos escritos durante o segundo século), referem-se à prática cristã de rezar pelos mortos. Tais orações teriam sido oferecidas apenas se os cristãos acreditassem no purgatório, mesmo que não usassem esse nome para ele.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>O argumento para o Purgatório</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Eu gostaria de agradecer ao Jimmy Akin por me apresentar o argumento lógico para o purgatório, que pode ser formulado da seguinte forma:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Premissa 1: Não haverá nem o pecado, nem o apego ao pecado no céu.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Premissa 2: Nós (pelo menos a maioria de nós) ainda está pecando e estaremos ligados ao pecado, no final da vida.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Conclusão: Portanto, deve haver um período entre a morte e a glória celeste em que os salvos são purificados do pecado e de seu apego ao pecado.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Porque este é um argumento dedutivo, se alguém quiser contestar a conclusão, ele deve ter problema com uma das premissas, pois a conclusão decorre necessariamente delas.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Não é verdade que os salvos no céu estão perfeitamente santificados? ("[Nada impuro entra [o céu]." - Apocalipse 21,27).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Ou não é verdade que ainda estamos pecando e estaremos anexados ao pecado no final de nossa vida terrena? (“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós “-. 1º João 1,8).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Você não pode ficar fora deste argumento, afirmando, como eu li um homem dizer: que Cristo nos cobre com a sua justiça no momento em que somos justificados, e, portanto, Deus nos vê como vê o seu Filho, Jesus. Para fazer isso, seria preciso primeiro negar a primeira premissa (e que a Bíblia ensina).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>Quanto tempo dura o Purgatório?</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Porque não sabemos quanto tempo atua a vida após a morte, os teólogos têm tido diferentes especulações de quanto tempo pode demorar purgatório ou se toma qualquer momento a todos. Cardeal Joseph Ratzinger (agora Papa Bento XVI Emérito) parecia concordar com a última opinião. Ele escreveu:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A transformação de "momento" deste encontro não pode ser quantificada pelas medições de tempo terrestre.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">E, de fato, não é eterno, mas uma transição, e ainda tentar qualificá-la como de "curta" ou "longa" duração, com base em medições temporais derivadas de física seria ingênuo e improdutivo.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A "medida temporal" deste encontro reside nas profundezas insondáveis de existência, em uma passagem em que são queimados antes de sermos transformados.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Para medir esse "tempo existencial", em termos de tempo deste mundo seria ignorar a especificidade do espírito humano em sua relação simultânea e diferenciação do mesmo neste mundo.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">. . .</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> “[Purgatório] é o processo interior necessário de transformação em que uma pessoa se torna capaz de Cristo, capaz de Deus e, portanto, capaz de unidade com toda a comunhão dos santos”.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Estou ciente de que eu não tenha apresentado uma defesa bíblica da doutrina do purgatório, o que não era minha intenção.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #808080;"> Traduzido por Tiago Rodrigo da Silva - Aposotolado Spiritus Paraclitus - do original em inglês “The Logical Case For Purgatory” do site catholic.com</span></p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
width="260" height="210" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inferno_260_210.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="inferno_260_210.jpg" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Neste artigo eu gostaria de examinar o caso lógico para o purgatório. Mas antes de fazê-lo, vamos dar uma olhada no que é o purgatório. O Catecismo ensina:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Todos os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas ainda imperfeitamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, após a morte passam por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu. . . . A Igreja dá o nome de Purgatório a essa purificação final dos eleitos, que é completamente diferente do castigo dos condenados "(CCC 1030 - 1031).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>Invenção Católica?</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Cristãos não católicos gostam de dizer que a Igreja Católica "inventou" a doutrina do purgatório para ganhar dinheiro, mas eles têm dificuldade em dizer exatamente quando. A maioria dos “profissionais” anticatólicos, os que ganham a vida atacando o Catolicismo, parece colocar a culpa sobre o Papa Gregório, o Grande (590-604 AD).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Mas isso dificilmente representa o pedido de Mônica, mãe de Agostinho, que pediu a seu filho, no quarto século, para lembrar-se de sua alma em suas Missas. Isso não faria sentido se ela achava que sua alma não se beneficiaria de orações, como seria o caso se ela fosse ao inferno ou na glória do céu.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Nem atribuir à doutrina de Gregório explica o grafite nas catacumbas, onde os cristãos durante as perseguições dos primeiros três séculos registravam orações para os mortos.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> De fato, alguns dos primeiros escritos cristãos fora do Novo Testamento, como os Atos de Paulo e Tecla e o martírio de Perpétua e Felicidade (ambos escritos durante o segundo século), referem-se à prática cristã de rezar pelos mortos. Tais orações teriam sido oferecidas apenas se os cristãos acreditassem no purgatório, mesmo que não usassem esse nome para ele.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>O argumento para o Purgatório</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Eu gostaria de agradecer ao Jimmy Akin por me apresentar o argumento lógico para o purgatório, que pode ser formulado da seguinte forma:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Premissa 1: Não haverá nem o pecado, nem o apego ao pecado no céu.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Premissa 2: Nós (pelo menos a maioria de nós) ainda está pecando e estaremos ligados ao pecado, no final da vida.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Conclusão: Portanto, deve haver um período entre a morte e a glória celeste em que os salvos são purificados do pecado e de seu apego ao pecado.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Porque este é um argumento dedutivo, se alguém quiser contestar a conclusão, ele deve ter problema com uma das premissas, pois a conclusão decorre necessariamente delas.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Não é verdade que os salvos no céu estão perfeitamente santificados? ("[Nada impuro entra [o céu]." - Apocalipse 21,27).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Ou não é verdade que ainda estamos pecando e estaremos anexados ao pecado no final de nossa vida terrena? (“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós “-. 1º João 1,8).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Você não pode ficar fora deste argumento, afirmando, como eu li um homem dizer: que Cristo nos cobre com a sua justiça no momento em que somos justificados, e, portanto, Deus nos vê como vê o seu Filho, Jesus. Para fazer isso, seria preciso primeiro negar a primeira premissa (e que a Bíblia ensina).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>Quanto tempo dura o Purgatório?</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Porque não sabemos quanto tempo atua a vida após a morte, os teólogos têm tido diferentes especulações de quanto tempo pode demorar purgatório ou se toma qualquer momento a todos. Cardeal Joseph Ratzinger (agora Papa Bento XVI Emérito) parecia concordar com a última opinião. Ele escreveu:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A transformação de "momento" deste encontro não pode ser quantificada pelas medições de tempo terrestre.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">E, de fato, não é eterno, mas uma transição, e ainda tentar qualificá-la como de "curta" ou "longa" duração, com base em medições temporais derivadas de física seria ingênuo e improdutivo.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A "medida temporal" deste encontro reside nas profundezas insondáveis de existência, em uma passagem em que são queimados antes de sermos transformados.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Para medir esse "tempo existencial", em termos de tempo deste mundo seria ignorar a especificidade do espírito humano em sua relação simultânea e diferenciação do mesmo neste mundo.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">. . .</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> “[Purgatório] é o processo interior necessário de transformação em que uma pessoa se torna capaz de Cristo, capaz de Deus e, portanto, capaz de unidade com toda a comunhão dos santos”.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Estou ciente de que eu não tenha apresentado uma defesa bíblica da doutrina do purgatório, o que não era minha intenção.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #808080;"> Traduzido por Tiago Rodrigo da Silva - Aposotolado Spiritus Paraclitus - do original em inglês “The Logical Case For Purgatory” do site catholic.com</span></p>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/doutrina/ceu-inferno-purgatorio/o-logica-do-purgatorio/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Jesus recebeu seu próprio Corpo e Sangue?</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/jesus-recebeu-seu-proprio-corpo-e-sangue/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jesus-recebeu-seu-proprio-corpo-e-sangue</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/jesus-recebeu-seu-proprio-corpo-e-sangue/#comments</comments> <pubDate>Mon, 13 May 2013 13:19:56 +0000</pubDate> <dc:creator>tiago rodrigo silva</dc:creator> <category><![CDATA[Destaques]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9689</guid> <description><![CDATA[Amanhã será o aniversário da minha primeira comunhão, um dia que eu me lembro muito bem e com muito carinho. Meu filho mais velho, Joshua, está se preparando para a sua primeira comunhão, e nos últimos meses nós nos engajamos em um estudo teológico sobre o mistério da Eucaristia.  Há anos, nossa família tem um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif;"><img
class="ngg-singlepic ngg-left alignleft" alt="Jesus recebeu seu próprio Corpo e Sangue?" src="http://i0.wp.com/www.paraclitus.com.br/wp-content/gallery/fotos-icones/jesus_eucaristia.png?resize=208%2C235" title="Jesus recebeu seu próprio Corpo e Sangue?" data-recalc-dims="1" /><span
style="color: #000000;">Amanhã será o aniversário da minha primeira comunhão, um dia que eu me lembro muito bem e com muito carinho. Meu filho mais velho, Joshua, está se preparando para a sua primeira comunhão, e nos últimos meses nós nos engajamos em um estudo teológico sobre o mistério da Eucaristia.</span></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Há anos, nossa família tem um ritual que na hora de dormir fazemos a leitura da Sagrada Escritura, seguida de algumas reflexões teológicas. Eu sempre fico maravilhado com a forma com que meus filhos lidam com a partilha da fé. Eles fazem muitas perguntas, apesar de algumas serem simples, para mim, me tocam profundamente. Há algumas noites atrás, depois de lermos no Evangelho de Mateus sobre a Santa Ceia, Joshua perguntou: “Papai, Jesus recebeu seu próprio Corpo e Sangue”?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Ótima pergunta!</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Embora a Escritura não explicite o estado no qual Jesus recebeu seu próprio Corpo e Sangue na Santa Ceia, podemos, no entanto, encontrar pistas implícitas nos Evangelhos Sinópticos que indicam que ele provavelmente fez. Vamos examinar brevemente o relato de Mateus: “No primeiro dia dos pães ázimos, vieram os discípulos a Jesus, dizendo: &#8216;Onde vamos preparar para que você possa comer a Páscoa? &#8220;Ele disse: &#8220;Ide à cidade a um certo alguém e dizer-lhe: &#8216;O Mestre manda dizer: O meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa com os meus discípulos&#8221; (Mt 26:17-18 ).”</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Note que a frase “celebrar a Pascoa” é sinônimo de “comer a Pascoa”. Nós sabemos, pelas Escrituras, que Jesus era fiel em observar a festa judaica da Pascoa e Ele assim o tinha feito durante toda a sua vida. Isso implica o consumo de refeição. Mateus continua essa narrativa pontuando que Jesus tomou a refeição junto com os seus discípulos: “Ao cair da tarde, sentou-se à mesa com os doze discípulos, e como eles estavam comendo &#8230; (Mat. 26:20)”</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Ele [Jesus] respondeu: &#8216;Aquele que mete a mão no prato comigo &#8230;&#8217; (Mat. 26:23)</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Quando comiam, Jesus tomou o pão, abençoou, partiu-o e deu-o aos discípulos e disse: &#8216;Tomai e comei, isto é o meu corpo&#8217;. e ele tomou o cálice, e havendo dado graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele, todos vós, porque este é o meu sangue da eterna aliança, que é derramado por muitos para o perdão dos pecados. Eu lhe digo que não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o beba de novo convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26, 26-29).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Eu acredito que essa passagem do Evangelho, juntamente com outras dos Evangelhos (ver Marcos 14, 12-25, Lucas 22, 7-20) fortemente sugere que Jesus de fato tomou a refeição da Pascoa com os discípulos, quando Ele instituiu a Eucaristia com o seu Corpo e Sangue.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> O que mais me convence é o argumento brilhante formulada pelo Doutor Angélico, São Tomás de Aquino em A Suma Teológica (ST Q. 81,1):</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Artigo 1 º. Se Cristo recebeu o Seu próprio corpo e sangue?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Objeção 1. Parece que Cristo não recebeu o Seu próprio corpo e sangue, porque nada deve ser afirmada de ações ou provérbios ou de Cristo, que não é proferida pela autoridade da Sagrada Escritura. Mas não é narrado nos evangelhos que ele comeu seu próprio corpo ou bebia seu próprio sangue. Portanto, não devemos afirmar isso como um fato.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Objeção 2. Além disso, nada pode ser dentro de si, exceto talvez em razão de suas partes, por exemplo: como uma parte está em outro, como se afirma em Phys. iv. Mas o que é comido e bebido está no comedor e bebedouro. Portanto, uma vez que o Cristo inteiro está sob cada uma das espécies do sacramento, parece impossível para ele ter recebido esse sacramento.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Objeção 3. Além disso, a recepção deste sacramento é dupla, ou seja, espiritual e sacramental. Mas o espiritual era inadequado para Cristo, como Ele derivou nenhum benefício do sacramento e, em consequência assim era o sacramental, pois é imperfeito, sem o espiritual, como foi observado (q. 80, artigo 1 º). Consequentemente, de nenhuma maneira que Cristo participou deste sacramento.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Pelo contrário, diz Jerônimo (Ad Hedib., Ep. Xxx), &#8220;O Senhor Jesus Cristo, ele mesmo o hóspede e banquete, é tanto o participante e o que é comido&#8221;.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Eu respondo que, alguns disseram que Cristo durante a ceia deu Seu corpo e sangue aos seus discípulos, mas não participou dele próprio. Mas isso parece improvável. Porque Cristo foi o primeiro a cumprir o que Ele exigiu outros a observar: assim Ele quis primeiro a ser batizado na imposição de batismo sobre os outros: como lemos em Atos 1,1: &#8220;Jesus começou a fazer e a ensinar.&#8221; Daí ele em primeiro lugar levou Seu próprio corpo e sangue, e depois deu a serem tomadas pelos discípulos. E, portanto, o brilho sobre Rute 3,7 &#8220;Quando ele tinha comido e bebido&#8221;, diz: &#8220;Cristo comeu e bebeu na ceia, quando deu aos discípulos o sacramento do seu corpo e sangue”.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Assim, &#8220;porque as crianças participavam [Vulgata:" se têm tornado participantes "(Hebreus 2,14)]. De Sua carne e sangue, Ele também tem sido participante da mesma&#8221;</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Réplica à Objeção 1. Lemos nos Evangelhos como Cristo &#8220;tomou o pão e o cálice &#8230;&#8221;, mas não é para ser entendido que Ele os levou apenas em suas mãos, como alguns dizem mas que Ele os levou da mesma forma como Ele lhes deu para os outros a tomar. Assim, quando Ele disse aos discípulos: &#8220;Tomai e comei&#8221;, e mais uma vez, &#8220;Tomai e beber&#8221;, é preciso entender que Ele mesmo, em levá-lo, ambos comeram e beberam. Por isso alguns compuseram esta rima:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">          </span><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">&#8220;O Rei na Ceia senta,</span></p><p
style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Os doze convidados como ele cumprimenta,</span></p><p
style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Juntando-se em suas mãos, </span></p><p
style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">A comida própria agora come.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Réplica à Objeção 2. Como foi dito (q. 76, artigo 5 º), Cristo, como contido sob este sacramento está em relação ao lugar, não de acordo com suas próprias dimensões, mas de acordo com as dimensões das espécies sacramentais, de modo que o próprio Cristo é em todo lugar onde essas espécies são. E porque as espécies foram capazes de ser ao mesmo tempo nas mãos e na boca de Cristo, o Cristo inteiro poderia estar em ambas às mãos e boca. Agora, isso não poderia acontecer era sua relação com lugar para estar de acordo com as suas dimensões adequadas.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> RESPOSTA À 3. Tal como foi indicado anteriormente (79, 1, ad 2), o efeito deste Sacramento não é apenas um aumento de graça habitual, mas, além disso, um certo deleite de doçura real espirituais. Mas, embora a graça não fosse aumentada em Cristo através de a Sua receber este sacramento, mas Ele tinha um certo deleite espiritual da nova instituição deste sacramento. Por isso Ele mesmo disse (Lucas 22,15): &#8220;Com Tenho desejado ardentemente comer esta Páscoa convosco&#8221;, que palavras de Eusébio explica o novo mistério do Novo Testamento, que Ele deu aos discípulos. E, portanto, ele comeu tanto espiritualmente quanto sacramentalmente, na medida em que ele recebeu o seu próprio corpo sob o sacramento que sacramento do Seu próprio corpo Ele tanto entendido e preparado, mas diferente dos outros que participam dele tanto sacramentalmente e espiritualmente, pois estes recebem um aumento da graça, e eles precisam dos sinais sacramentais para perceber sua verdade.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Embora esta questão da existência ou não se Jesus recebeu o seu próprio corpo e sangue não seja resolvido doutrinalmente, acho que o raciocínio de São Tomás parece ser atraente e digno de consideração.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> O quê você acha?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #888888;"> Traduzido por Tiago Rodrigo da Silva &#8211; Apostolado Spiritus Paraclitus, do original em Inglês “Did Jesus recive his won Body and Blood?” do site catholic.com</span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/jesus-recebeu-seu-proprio-corpo-e-sangue/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A oração aos Santos é sinônima de adoração a Deus?</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/apologetica/imagens-santos/a-oracao-aos-santos-e-sinonima-de-adoracao-a-deus/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-oracao-aos-santos-e-sinonima-de-adoracao-a-deus</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/apologetica/imagens-santos/a-oracao-aos-santos-e-sinonima-de-adoracao-a-deus/#comments</comments> <pubDate>Mon, 13 May 2013 12:54:16 +0000</pubDate> <dc:creator>tiago rodrigo silva</dc:creator> <category><![CDATA[Imagens - Santos]]></category> <category><![CDATA[Apologética]]></category> <category><![CDATA[Santos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9680</guid> <description><![CDATA[Ao longo de vários artigos, eu tenho respondido á muitas objeções Protestantes sobre rezar para os Santos. “Como pode um simples homem responder a várias orações ao mesmo tempo?”, “A oração aos Santos é necromancia?” ou, talvez a mais famosa, “Se Jesus é revelado em 1 º Timóteo 2,5 como sendo “o único mediador entre [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"><img
class="ngg-singlepic ngg-left alignleft" alt="A oração aos Santos é sinônima de adoração a Deus?" src="http://i1.wp.com/www.paraclitus.com.br/wp-content/gallery/ceu-inferno-anjos/ceu1.jpg?resize=320%2C207" title="A oração aos Santos é sinônima de adoração a Deus?" data-recalc-dims="1" />Ao longo de vários artigos, eu tenho respondido á muitas objeções Protestantes sobre rezar para os Santos. “Como pode um simples homem responder a várias orações ao mesmo tempo?”, “A oração aos Santos é necromancia?” ou, talvez a mais famosa, “Se Jesus é revelado em 1</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">º Timóteo 2,5 como sendo “o único mediador entre Deus e os homens”, como nós poderíamos ter milhares de Santos que “mediam” por nós?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Neste artigo, nós iremos considerar a objeção daqueles que acreditam que rezar para os Santos equivale a mesma coisa que “adorar” eles como a Deus. No livro “Respostas para as objeções Católicas- Uma discussão da Autoridade Bíblica” James White escreve: &#8220;A oração, afirma-se [na Bíblia], é um ato de adoração, e devemos adorar somente a Deus.&#8221; Se é assim, nós, católicos, precisaríamos parar com isso, então, o que fazer?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>A resposta Católica</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Quando nós, Católicos, dizemos que vamos orar para Deus e orar para os Santos, nós estamos falando de uma diferença qualitativa entre coisas diferentes, como o homem é diferente do macaco. Os Protestantes geralmente tem em mente só um tipo de oração- a oração para Deus que automaticamente implica em adoração. Mas basta pegar um dicionário para descobrir que há, na verdade, diferentes definições e, portanto, diferentes usos da mesma palavra.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>Oração:</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A atitude ou a pratica da oração.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">“Um pedido sincero; rogo; súplica; humilde súplica dirigida a Deus, a uma divindade, etc: (b) um pedido feito a Deus, etc, como, a sua oração por seu retorno seguro, (c) qualquer fórmula definida para a oração, como a Deus.”</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A oração não é, por definição, necessariamente equivalente á adoração que é dirigida única e exclusivamente a Deus.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A oração certamente pode envolver uma atitude de adoração quando é dirigida a Deus, mas o termo necessariamente não denota adoração. Ele pode simplesmente significar &#8220;uma súplica”.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Alguém poderia dizer para outro alguém, &#8220;Por favor, diga &#8230;&#8221; ou, &#8220;peço-te, meu senhor &#8230;&#8221;. De fato, a Bíblia King James nos dá muitos exemplos do termo “oração” sendo usado da mesma forma que nós, Católicos, usamos essa mesma palavra para rezar aos Santos.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Quando Betsabé faz um pedido do rei Salomão em I Reis 02:20, a KJV tem a dizer: &#8220;Eu te peço, não me diga nem não.&#8221; Nunca houve aqui uma questão de saber se o King James Bíblia estava apresentando Betsabé como adorando seu filho como Deus, ou orando para ele de uma forma que é proibido. Não era.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Nem os católicos, quando oramos aos santos. Nós certamente os honramos quando rezamos para eles. Em outras palavras, nós não falamos com eles como falamos com os rapazes no bar local. Mostramos um grande respeito e reverência para com eles. Mas nós não os adoramos como nós adoramos somente a Deus. E também pedir-lhes por suas orações porque a Escritura deixa bem claro que precisamos uns dos outros, como membros do corpo de Cristo (ver I Coríntios 12,12-27.).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <b>Definindo as diferenças</b></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A Igreja Católica tem feito grandes esforços para definir a diferença essencial entre a oração a Deus e oração aos santos.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> O Concílio Ecumênico de Nicéia, em 787 AD, a que se refere a esta &#8220;adoração&#8221;, dado somente a Deus como latreia (grego) ou latria (Latim). Isto vem de uma raiz grega que encontramos na Escritura em vários lugares e em diferentes palavras. Em Gálatas 5,20, por exemplo, encontramos São Paulo condenando &#8220;idolatria&#8221;, idolatreia. Este termo significa literalmente &#8220;ídolo-adoração.&#8221; Outro exemplo é encontrado em Hebreus 9,6, onde o autor inspirado refere-se ao ministério dos sacerdotes no Antigo Testamento como oferecendo seus &#8220;deveres rituais&#8221; para Deus (Gr.-latreias).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Os Padres conciliares usaram latria neste sentido de &#8220;adoração&#8221;, que só deve ser dado a Deus. Quando o Conselho considerou rezar aos santos, os pais ensinaram que a oração deve incluir o respeito que lhes é devido na justiça, mas nunca adoração. Eles escolheram usedouleia (grego) ou dulia (Latin), a fim de fazer essa distinção clara. Assim, temos um tipo totalmente diferente de oração oferecida aos santos do que para Deus. No “Conselho para a Definição Doutrinal”, os Padre declararam:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Quanto mais eles são frequentemente vistos em arte representacional, mais são aqueles que os fazem lembrar que os Santos lhes servem como modelos, e usam imagens para pagar o tributo de saudação e reverência respeitosa. Certamente esta não é a plena adoração latria {}, de acordo com a nossa fé, que é devidamente pago somente à natureza divina, mas ela lembra que, dado à figura da cruz honrado e que dá vida, e também para os livros sagrados de os evangelhos e outros objetos sagrados de culto. Além disso, as pessoas são atraídas para honrar essas imagens com a oferenda de incenso e velas, como foi piamente estabelecido pelo costume antigo. De fato, a honra prestada a uma imagem, veneramos a pessoa representada naquela imagem.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">A oração é, necessariamente, um ato de adoração? Não, não é.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #808080;"> Traduzido por Tiago Rodrigo da Silva &#8211; Apostolado Spiritus Paraclitus, do original em inglês “Is Prayer Synonymous With Worship?”do site catholic.com</span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/apologetica/imagens-santos/a-oracao-aos-santos-e-sinonima-de-adoracao-a-deus/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Quantos “céus” existem?</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/quantos-ceus-existem/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quantos-ceus-existem</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/quantos-ceus-existem/#comments</comments> <pubDate>Mon, 13 May 2013 12:37:27 +0000</pubDate> <dc:creator>tiago rodrigo silva</dc:creator> <category><![CDATA[Destaques]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9679</guid> <description><![CDATA[Na “Divina Comédia”, Dante é levado através dos céus por Beatrice. Esses céus são baseados em ideias astronômicas. Beatrice o levou até o nono deles antes de chegarem à ultima morada de Deus.  A ideia de existir vários céus não é um conceito original de Dantes. Varias fontes antigas, incluindo passagens bíblicas e escritas judaicas, relatam [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"><img
class="ngg-singlepic ngg-left alignleft" alt="Quantos “céus” existem?" src="http://i2.wp.com/www.paraclitus.com.br/wp-content/gallery/ceu-inferno-anjos/elias.jpg?resize=288%2C190" title="Quantos “céus” existem?" data-recalc-dims="1" />Na “Divina Comédia”, Dante é levado através dos céus por Beatrice. Esses céus são baseados em ideias astronômicas. Beatrice o levou até o nono deles antes de chegarem à ultima morada de Deus.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A ideia de existir vários céus não é um conceito original de Dantes. Varias fontes antigas, incluindo passagens bíblicas e escritas judaicas, relatam múltiplos céus.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> De fato, a palavra hebraica “céu” –shamayim- tem duplo sentido, sugerindo dois céus, mas outras passagens sugerem mais. Particularmente, São Paulo em um determinado ponto fala que foi levado até o “terceiro céu”. (2º Cor. 12,2).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Outras fontes antigas relatam mais céus- mais de dez. É claro, a partir dessa tendência que ouvimos falar a expressão “sétimo céu”, significando um estado supremo de felicidade.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Podemos lançar mais luz sobre o número de céus?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"><strong>São Paulo e o “terceiro céu”</strong></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A primeira vista, a referencia de São Paulo ao “terceiro céu” pode parecer ser a prova de que existem vários reinos espirituais, mas essa não é uma prova certa.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;">Na linguagem bíblica, as palavras para “céu” (paraíso) são as mesmas para “céu” (espaço), e deve ser  esse ultimo céu que Paulo estava se referindo.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Especificamente, pode se ter a sugestão de que ele poderia estar imaginando o primeiro céu como a “atmosfera”, habitado pelos pássaros e o segundo céu como “celestial” habitado pelas estrelas. O terceiro céu seria então a “morada de Deus”.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Se fosse assim, quando ele fala que foi levado ao terceiro céu, ele simplesmente quer dizer que foi até a presença de Deus, e a passagem bíblica não sugere que possa existir outros reinos espirituais.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <strong>A Visão Central</strong></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"><strong> </strong>A visão central por trás de vários “céus” e que o céu não é um estado singular no qual os santos e os anjos são iguais á todas as pessoas que recebem a mesma recompensa. É mais complexo que isso.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> A mesma percepção está por trás da maneira que as recompensas dos santos têm sido retratado historicamente.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Em seu livro, “Escatologia”, o Papa Emérito Bento XVI escreveu: “A Escolástica pegou essa percepção e deu a ela uma forma sistemática. Moldando, em partes, na extrema tradição venerável, eles falaram de uma “coroa” especial para os mártires, virgem e doutores. Hoje, nós estamos um pouco mais cautelosos onde tais afirmações estão em causa. É suficiente saber que Deus dá para cada pessoa a sua realização de modo peculiar para esse ou para aquele individuo, e que dessa forma cada um terá o seu extremo”  (Escatologia, 236).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Dessa forma, ele ligou a experiência do céu com a passagem do Apocalipse onde Jesus promete para aqueles que permanecerem fiéis até o fim, &#8220;Eu lhe darei uma pedra branca, com um novo nome escrito na pedra, que ninguém conhece, exceto aquele que o recebe&#8221; (Apo 2,17, ver Escatologia, 235).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Apesar de sua presença em uma boa parte da literatura judaico-cristã, a ideia de que há um número específico e relativamente pequeno dos céus espirituais não é algo que a Igreja ensina.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> Em vez disso, ela ensina a ideia central de que isso representa que o céu é experimentado diferentemente por indivíduos que, com base no que eles fizeram na vida e quanto eles abriram-se ao amor de Deus.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: 'Droid Sans', sans-serif; color: #000000;"> <span
style="color: #888888;">Traduzido por Tiago Rodrigo da Silva &#8211; Apostolado Spiritus Paraclitus do, do original em inglês “How Many Heavens Are There?” do site catholic.com</span></span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/quantos-ceus-existem/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Sete Erros Fatais do Relativismo Moral</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/veritas/filosofia/sete-erros-fatais-do-relativismo-moral/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sete-erros-fatais-do-relativismo-moral</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/veritas/filosofia/sete-erros-fatais-do-relativismo-moral/#comments</comments> <pubDate>Sun, 12 May 2013 15:38:35 +0000</pubDate> <dc:creator>Apostolado Spiritus Paraclitus</dc:creator> <category><![CDATA[Filosofia]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=8593</guid> <description><![CDATA[A consciência/percepção de moralidade leva a Deus tanto quanto a consciência/percepção de queda de maçãs leva à gravidade. (Roger Morris) O Relativismo moral é um tipo de subjetivismo que sustenta que as verdades morais são preferências muito parecidas com os nossos gostos em relação a sorvete, por exemplo. O relativismo moral ensina que quando se trata [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center;"><span
style="color: #003366;"><em><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;">A consciência/percepção de moralidade leva a Deus tanto quanto a consciência/percepção de queda de maçãs leva à gravidade. (Roger Morris)</span></em></span></p><div
style="text-align: justify;"><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><img
class="ngg-singlepic ngg-left alignleft" src="http://i1.wp.com/www.paraclitus.com.br/wp-content/gallery/direito-canonico/relativismo.jpg?resize=187%2C192" alt="Sete Erros Fatais do Relativismo Moral" title="Sete Erros Fatais do Relativismo Moral" data-recalc-dims="1" />O Relativismo moral é um tipo de subjetivismo que sustenta que as verdades morais são preferências muito parecidas com os nossos gostos em relação a sorvete, por exemplo. O relativismo moral ensina que quando se trata de moral, do que é eticamente certo ou errado, as pessoas podem e devem fazer o que quer que sintam ser o certo para elas. Verdades éticas dependem de indivíduos, grupos e culturas que as sustentam. Porque acreditam que a verdade ética é subjetiva, as palavras como <em>devem </em>ou<em> deveriam</em> não fazem sentido porque a moral de todo mundo é igual; ninguém tem a pretensão de uma moral objetiva que seja pertinente aos outros. O relativismo não exige um determinado padrão de comportamento para todas as pessoas em situações morais semelhantes. Quando confrontadas com exatamente a mesma situação ética, uma pessoa pode escolher uma resposta, enquanto outra pode escolher o oposto. Não há regras universais de conduta que se apliquem a todos.</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;">O relativismo moral, num sentido prático, é completamente inviável. Que tipo de mundo seria o nosso se o relativismo fosse verdade? Seria um mundo em que nada estaria errado – nada seria considerado mau ou bom, nada digno de louvor ou de acusação. A justiça e a equidade seriam conceitos sem sentido, não haveria responsabilização, não haveria possibilidade de melhoria moral, nem discurso moral. Um mundo em que não haveria tolerância. Este é o tipo de mundo que o relativismo moral produz. Vejamos os sete erros fatais do Relativismo:</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><strong><em>1. Relativistas morais não podem acusar de má conduta a outras pessoas</em>.</strong> O relativismo torna impossível criticar o comportamento dos outros, porque, em última análise, nega a existência de algo como ”má conduta”. Se alguém acredita que a moralidade é uma questão de definição pessoal, então abre mão da possibilidade de fazer juízos morais  objetivos sobre as ações dos outros, não importa quão ofensivas elas sejam para o seu senso intuitivo de certo ou errado. Isto significa que um relativista não pode racionalmente se opor ao assassinato, ao estupro, ao abuso infantil, ao racismo, ao sexismo ou à destruição ambiental, se essas ações forem consistentes com o entendimento pessoal sobre o que é certo e bom por parte de quem as pratica . Quando o certo e o errado são uma questão de escolha pessoal, nós abdicamos do privilégio de fazer julgamentos morais sobre as ações dos outros. No entanto, se estamos certos de que algumas coisas devem ser erradas e que alguns julgamentos contra a conduta de outros são justificados – então o relativismo é falso.</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><strong><em>2. Relativistas não podem reclamar do problema do mal.</em></strong> A realidade do mal no mundo é uma das primeiras objeções levantadas contra a existência de Deus. Toda esta objeção se fundamenta na observação de que existe mal verdadeiro. Mas mal objetivo não pode existir se os valores morais são relativos ao observador. O relativismo é inconsistente com o conceito de que o mal moral verdadeiro existe, porque nega que qualquer coisa possa ser objetivamente errada. Se não existe um padrão moral, então não pode haver desvio do padrão. Assim, os relativistas devem abandonar o conceito de verdadeiro mal e, ironicamente, também abandonar o problema do mal como um argumento contra a existência de Deus.</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><strong>3. <em>Relativistas não podem condenar alguém ou aceitar elogios</em>.</strong> O relativismo torna os conceitos de louvor e condenação sem sentido, porque nenhum padrão externo de medição define o que deve ser aplaudido ou condenado. Sem absolutos, nada é, em última análise, ruim, deplorável, trágico ou digno de condenação. Nem é qualquer coisa, em última análise, boa, honrada, nobre ou digna de louvor. Relativistas são quase sempre inconsistentes nesse ponto, porque eles procuram evitar condenação, mas prontamente aceitam elogios. Se a moralidade é uma ficção, então os relativistas também devem remover as palavras <em>aprovação</em> e <em>condenação</em> de seus vocabulários. Mas se as noções de elogio e crítica são válidas, então o relativismo é falso.</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><strong><em>4. Relativistas não podem fazer acusações de parcialidade ou injustiça.</em></strong> De acordo com o relativismo, as noções de equidade e justiça são incoerentes, já que ambos os conceitos ditam que as pessoas devem receber igualdade de tratamento com base em alguma norma externa acordada. No entanto o relativismo acaba com qualquer noção de normas vinculativas externas. Justiça implica punir aqueles que são culpados de um delito. Mas, sob o relativismo, a culpa e a condenação não existem – se nada for finalmente imoral, não há acusação e, portanto, nenhuma culpa digna de punição. Se o relativismo é verdadeiro, então não há tal coisa como justiça ou equidade, porque ambos os conceitos dependem de um padrão objetivo do que é certo. Se, porém, as noções de justiça e equidade fazem sentido, então o relativismo é refutado.</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><strong><em>5. Relativistas não podem melhorar a sua moralidade.</em></strong> Relativistas podem mudar a sua ética pessoal, mas eles nunca podem se tornar pessoas melhores. De acordo com o relativismo, a ética de uma pessoa nunca pode se tornar mais ‘moral’. A ética e a moral podem mudar, mas nunca podem melhorar, já que não existe um padrão objetivo pelo qual medir esse melhoramento. Se, no entanto, o melhoramento moral parece ser um conceito que faz sentido, então o relativismo é falso.</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><strong><em>6. Relativistas não conseguem manter discussões morais significativas</em>.</strong> O que há para falar? Se a moral é totalmente relativa e todas as opiniões são iguais, então não há uma maneira de pensar melhor do que outra. Não há uma posição moral  que possa ser considerada como adequada ou deficiente, razoável, aceitável, ou até mesmo bárbara. Se disputas éticas só fazem sentido quando a moral é objetiva, então o relativismo só pode ser vivido de forma consistente se seus defensores ficarem em silêncio. Por esta razão, é raro encontrar um relativista racional e consistente, já que a maioria deles são rápidos para impor suas próprias regras morais, como, por exemplo, ”é errado forçar sua própria moralidade nos outros”. Isso coloca os relativistas em uma posição insustentável: se falam sobre questões morais, eles abandonam seu relativismo; se não falam, eles abrem mão de sua humanidade. Se a noção de discurso moral faz sentido intuitivamente, então o relativismo moral é falso.</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><strong><em>7. Relativistas não podem promover a obrigação de tolerância.</em></strong> A obrigação moral relativista de ser tolerante é auto-refutante. Ironicamente, o princípio da tolerância é considerado uma das virtudes principais do relativismo. A moral é individual, assim eles dizem, e, portanto, devemos tolerar os pontos de vista dos outros e não julgar seu comportamento e atitudes. No entanto, se não existem regras morais objetivas, não pode haver nenhuma regra que exija a tolerância como um princípio moral que se aplica igualmente a todos. De fato, se não há absolutos morais, por que ser tolerante afinal? Relativistas violam seu próprio princípio de tolerância quando não conseguem tolerar as opiniões daqueles que acreditam em padrões objetivos morais. Eles são, portanto, tão intolerantes quanto freqüentemente acusam os que defendem a moral objetiva de ser. O princípio de tolerância é estranho ao relativismo. Se, por outro lado, a tolerância parece ser uma virtude, então o relativismo é falso.</span></p><p><span
style="font-size: small; font-family: Ubuntu,sans-serif;"><strong>O relativismo moral é falido. Não é um verdadeiro sistema moral.</strong> É auto-refutante. E hipócrita. É logicamente inconsistente e irracional. É seriamente abalado com simples exemplos práticos. Torna ininteligível a moralidade. Nem mesmo é tolerante! O princípio de tolerância só faz sentido em um mundo no qual existem absolutos morais, e somente se um desses padrões absolutos de conduta for “Todas as pessoas devem respeitar os direitos dos outros que diferem em conduta ou opinião”. A ética da tolerância pode ser racional somente se a verdade moral for objetiva e absoluta, não subjetiva e relativa. A tolerância é um princípio “em casa” no absolutismo moral, mas é irracional de qualquer perspectiva do relativismo ético.</span></p></div><p><span
style="color: #003366;"><strong><span
style="font-size: x-small; font-family: Ubuntu,sans-serif;">Autor:</span></strong></span> <span
style="font-size: x-small; font-family: Ubuntu,sans-serif; color: #003366;">Roger Morris, do site Faithinterface, com base no livro Relativism – Feet Firmly Planted in Mid-Air, de Francis Beckwith e Gregory Koukl, elaborou a lista que segue, com sete erros fatais do Relativismo moral. Francis Beckwith é professor e filósofo, especialista em política, direito, religião e ética aplicada. Gregory Koukl é apologista cristão, fundador da Stand To Reason, organização dedicada à defesa da cosmovisão cristã.</span></p><p><span
style="font-size: x-small; font-family: Ubuntu,sans-serif; color: #003366;">Fonte: <a
href="http://lerpracrer.wordpress.com/2011/08/29/livro-do-mes-viagem-ao-sobrenatural-de-roger-morneau/">Ler para Crer</a></span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/veritas/filosofia/sete-erros-fatais-do-relativismo-moral/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Igreja Santa e Pecadora?</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/magisterio/papado/igreja-santa-e-pecadora/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=igreja-santa-e-pecadora</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/magisterio/papado/igreja-santa-e-pecadora/#comments</comments> <pubDate>Sun, 12 May 2013 15:19:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Apostolado Spiritus Paraclitus</dc:creator> <category><![CDATA[Magistério - Papado]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9022</guid> <description><![CDATA[Karl Rahner (1904-1984), teólogo alemão, é considerado responsável por inúmeras heresias, tendo propalado uma série de mentiras. No “auge” de sua polêmica carreira, ele chegou inclusive a propor o esboço de uma nova religião ecumênica a ser discutida no Concilio Vaticano II, que incluiria, até mesmo, a mudança dos conceitos de Deus e de Igreja! [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;"><img
class="ngg-singlepic ngg-left alignleft" src="http://i0.wp.com/www.paraclitus.com.br/wp-content/gallery/igrejas/igrejaromana.jpg?resize=360%2C248" alt="Igreja Santa e Pecadora?" title="Igreja Santa e Pecadora?" data-recalc-dims="1" />Karl Rahner (1904-1984), teólogo alemão, é considerado responsável por inúmeras heresias, tendo propalado uma série de mentiras. No “auge” de sua polêmica carreira, ele chegou inclusive a propor o esboço de uma nova religião ecumênica a ser discutida no Concilio Vaticano II, que incluiria, até mesmo, a mudança dos conceitos de Deus e de Igreja! Na época, houve muita resistência ao projeto criado por Rahner, tendo sido bastante forte a oposição do jovem teólogo Joseph Ratzinger, atual Papa Bento XVI.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;"> Mas Rahner não parou por aí. Aproveitando-se do fato de que nós, Católicos, vimos sofrendo com uma queda de conhecimento sobre a nossa própria religião, ele decidiu lançar a absurda tese de que “a Igreja é santa <strong><span
style="text-decoration: underline;">e</span></strong> pecadora”, o que vai diretamente contra o que se diz no Credo: que cremos na Igreja Una,<strong> </strong><strong>Santa</strong>, Católica e Apostólica (e não na “Igreja pecadora”).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;"> Mas se a Igreja é Santa, e não é pecadora, quem é então que peca?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;"> Em primeiro lugar, nós que fazemos parte dela, ou seja, eu e você. Mas nossos pecados pessoais não contaminam a Igreja; pelo contrário, é a Igreja que nos santifica por meio dos sacramentos instituídos por Jesus Cristo (de Quem provém toda a Santidade). Conforme nos ensina Pio XII, na encíclica Mystici Corporis, a Igreja é o Corpo Místico de Cristo, a qual tem Jesus Cristo por cabeça, e nós, Católicos, somos seus membros. Porém, é importante distinguir, sempre, que nós ‘não somos’ propriamente a Igreja, nós ‘fazemos parte’ da Igreja (assim como meu braço não é meu corpo, eu não sou a Igreja).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;">Em segundo lugar, o clero. Entretanto, é muito fácil atribuir a culpa dos pecados pessoais do clero à Igreja, taxando-a de pecadora, pois hoje em dia muita confusão é comumente feita entre Igreja e clero. O clero também é ‘parte da Igreja’, e a sua parte mais importante, porque é ao clero que cabe governar a Igreja, ensinar e administrar os sacramentos. Mas o clero, sozinho, ‘não é’ a Igreja.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;">Por isso, é completamente contra a Fé dizer que a Igreja é santa e pecadora. A Igreja, enquanto tal, é <strong><span
style="text-decoration: underline;">sempre santa</span></strong>. E Cristo prometeu que as portas do inferno não prevalecerão contra ela, isto é, que ela jamais ensinará a mentira nem o pecado.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;">Lembremos que São Paulo nos ensina assim:</span></p><p
style="text-align: center;" align="center"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #003366;"><strong>“</strong><em>Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela</em></span></p><p
style="text-align: center;" align="center"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #003366;"><em>para</em><em> que a santificasse (&#8230;)</em></span></p><p
style="text-align: center;" align="center"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #003366;"><em>para</em><em> a apresentar a si mesmo</em></span></p><p
style="text-align: center;" align="center"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #003366;"><strong><em>Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante,</em></strong></span></p><p
style="text-align: center;" align="center"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #003366;"><strong><em>porém</em></strong><strong><em> santa e sem defeito</em></strong><strong>”</strong></span></p><p
align="center"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #003366;">(Ef 5, 25-27).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;"> Os pecados pessoais, dos leigos ou do clero, são nossos, não da Igreja. Se acaso cometermos um pecado em nome da Igreja, não transferimos esse pecado para ela, mas antes aumentamos nossa própria culpa pessoal.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #333333;"> Na Missa há um símbolo muito belo da indefectibilidade da Igreja. No ofertório, o padre mistura uma gota d’água junto com o vinho, antes de oferecê-lo. Esse vinho, ao receber a gota d’água, não altera suas propriedades, tendo em vista que a quantidade de água é completamente insuficiente para chegar a mudar o vinho. Assim é a Igreja em relação a nós: a santidade de Cristo é tão grande que nossos pecados são insuficientes para manchar a Igreja. Nossos pecados são como a gota d’água, ou seja, assim como esta não modifica (nem estraga) o vinho, assim aqueles não podem mudar (nem denegrir) a Igreja!</span></p><p
style="text-align: left;" align="center"><span
style="color: #888888;"><strong><span
style="font-size: x-small; font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Fonte: Texto escrito por Marcos de Lacerda Pessoa e publicado em Fevereiro/Março de 2007 no jornal “O Capuchinho”.</span></strong></span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/magisterio/papado/igreja-santa-e-pecadora/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Como procurar a Igreja de Cristo?</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/magisterio/papado/como-procurar-a-igreja-de-cristo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-procurar-a-igreja-de-cristo</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/magisterio/papado/como-procurar-a-igreja-de-cristo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 May 2013 13:51:07 +0000</pubDate> <dc:creator>tiago rodrigo silva</dc:creator> <category><![CDATA[Magistério - Papado]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9663</guid> <description><![CDATA[<p><img
width="500" height="333" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2011/01/img3080re7.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="img3080re7.jpg" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Aos ventos que você ver "católicos" a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a favor do socialismo/comunismo ou a favor do sexo casual (diga-se fora do matrimônio), tudo se resumindo a "o que importa é o amor". E o amor a Deus "católico", fica aonde?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">“Como o Pai me ama, assim também eu vos amo. Perseverai no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, sereis constantes no meu amor, como também eu guardei os mandamentos de meu Pai e persisto no seu amor." (João 15, 9;10)</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Muitos anos atrás, quando eu estava no processo de conversão ao catolicismo, eu li “catolicismo e fundamentalismo”, escrito pelo fundador de um site de apologética católica, Karl Keating. Constava naquele livro uma citação do Bispo Fulton Sheen, que é reconhecido por frequentemente discutir o fenômeno da intolerância anticatólica: não existem mais que cem pessoas nos Estados Unidos que odeiam a Igreja Católica, existem milhões, que de forma equivocada, odeiam a Igreja porque pensam que ela ensina coisas que na verdade não são ensinadas- que, naturalmente, uma coisa é bem diferente da outra. Dizer o que a Igreja ensina é uma coisa, agora, imaginar que a Igreja ensina assim ou assado é outra coisa... Como alias, se nós católicos acreditamos em todas as inverdades e mentiras que são ditas contra a Igreja, nós odiaríamos a Igreja muito mais que eles.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Quando eu leio uma declaração sobre uma pessoa famosa, eu sempre procuro uma nota de roda pé, e Karl, no seu livro, providenciou uma. Na hora, eu não pensei muito sobre o assunto. Simplesmente continuei lendo sobre a diferença entre a crença Católica e a crença dos Protestantes Fundamentalistas.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Alguns anos mais tarde, a internet explodiu e eu comecei a ver essas citações (que na hora da leitura tinha ignorado) em todos os lugares, até mesmo como “memes” no facebook; era mencionado nos debates virtuais e correia pelos e-mails. O problema é que nunca vi a tal citação trabalhada da mesma forma que foi no livro. O número de pesquisas usando as palavras que o Bispo Sheen tinha dito era enorme.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Finalmente, eu decidi que tinha que rastrear a citação. Mas já fazia muito tempo que tinha visto a tal citação e não conseguia mais a encontrar. Depois de semanas pesquisando em livros de anticatolicismo, que pensava que lá eu poderia achar, eu achei a citação do Bispo... e me lembrei que Karl tinha citado a fonte original.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Você poderia pesquisar e pesquisar nos livros que você não encontraria. Isso porque a citação é parte de um prefacio que o Bispo escreveu para a “Radio Replies”, ao terceiro volume de perguntas e respostas sobre fé Católica, do Padre Leslie Rumble e Charles Carty, padre apologista do século XX. O prefacio é bastante longo, mas vale a pena ler na integra. Minha parte favorita do prefacio é quando Sheen argumenta sobre uma “marca” não oficial da Igreja de Cristo que seria odiada pelo mundo:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Se eu não fosse católico e estivesse procurando a verdadeira Igreja hoje, eu poderia procurar uma igreja que não se desse bem com esse mundo, em outras palavras, eu procuraria a igreja que o mundo odeia. Minha razão para tal atitude é que se Cristo está em todas as igrejas do mundo, ainda assim ele continuaria sendo odiado como ele foi quando esteve corporalmente presente entre nós. Se você se encontrasse com Cristo hoje, então encontraria a Igreja que não se dá bem com esse mundo.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Procure a Igreja que é odiada no mundo como Cristo também foi. Procure a Igreja que é acusada de ser ultrapassada, como Cristo foi acusado de ser ignorante. Procure a Igreja que os homens escarneiam como se fosse uma sociedade inferior, assim como acusaram Cristo de ser Nazareno. Procure a Igreja que é acusada de ter um demônio como Cristo também foi acusado de estar possuído por Belzebu, o príncipe dos demônios. Procure a Igreja que, em tempos de fanatismo, os homens dizem que deve ser destruída, como crucificaram Cristo e achavam que estavam fazendo isso para agradar a Deus. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo porque ela afirma ser um pilar infalível, como rejeitaram a Cristo quando Ele afirmou ser a Verdade. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo, da mesma forma que Cristo foi rejeitado pelos homens.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Procure a Igreja que em meio à confusão de conflito de opiniões por seus membros, é a Igreja amada de Cristo e o rebanho respeita a voz do seu Pastor.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Só o que é propriamente divino pode ser infinitamente amado e odiado. A Igreja é divina (Rádio Replies, vol. 1, prefácio, p. Ix, ligeiramente editados para facilitar a leitura).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Termino o artigo afirmando mais uma vez: procurem a Igreja Católica.</span></p><address
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Em Cristo, com Maria, seu irmão, Tiago Rodrigo Silva - Apostolado Spiritus Paraclitus.</span></address><address
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Traduzido de: http://www.catholic.com/blog/michelle-arnold/quotes-and-rumors-of-quotes</span></address><address
style="text-align: justify;"> </address>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
width="500" height="333" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2011/01/img3080re7.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="img3080re7.jpg" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Aos ventos que você ver "católicos" a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a favor do socialismo/comunismo ou a favor do sexo casual (diga-se fora do matrimônio), tudo se resumindo a "o que importa é o amor". E o amor a Deus "católico", fica aonde?</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">“Como o Pai me ama, assim também eu vos amo. Perseverai no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, sereis constantes no meu amor, como também eu guardei os mandamentos de meu Pai e persisto no seu amor." (João 15, 9;10)</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Muitos anos atrás, quando eu estava no processo de conversão ao catolicismo, eu li “catolicismo e fundamentalismo”, escrito pelo fundador de um site de apologética católica, Karl Keating. Constava naquele livro uma citação do Bispo Fulton Sheen, que é reconhecido por frequentemente discutir o fenômeno da intolerância anticatólica: não existem mais que cem pessoas nos Estados Unidos que odeiam a Igreja Católica, existem milhões, que de forma equivocada, odeiam a Igreja porque pensam que ela ensina coisas que na verdade não são ensinadas- que, naturalmente, uma coisa é bem diferente da outra. Dizer o que a Igreja ensina é uma coisa, agora, imaginar que a Igreja ensina assim ou assado é outra coisa... Como alias, se nós católicos acreditamos em todas as inverdades e mentiras que são ditas contra a Igreja, nós odiaríamos a Igreja muito mais que eles.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Quando eu leio uma declaração sobre uma pessoa famosa, eu sempre procuro uma nota de roda pé, e Karl, no seu livro, providenciou uma. Na hora, eu não pensei muito sobre o assunto. Simplesmente continuei lendo sobre a diferença entre a crença Católica e a crença dos Protestantes Fundamentalistas.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Alguns anos mais tarde, a internet explodiu e eu comecei a ver essas citações (que na hora da leitura tinha ignorado) em todos os lugares, até mesmo como “memes” no facebook; era mencionado nos debates virtuais e correia pelos e-mails. O problema é que nunca vi a tal citação trabalhada da mesma forma que foi no livro. O número de pesquisas usando as palavras que o Bispo Sheen tinha dito era enorme.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Finalmente, eu decidi que tinha que rastrear a citação. Mas já fazia muito tempo que tinha visto a tal citação e não conseguia mais a encontrar. Depois de semanas pesquisando em livros de anticatolicismo, que pensava que lá eu poderia achar, eu achei a citação do Bispo... e me lembrei que Karl tinha citado a fonte original.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Você poderia pesquisar e pesquisar nos livros que você não encontraria. Isso porque a citação é parte de um prefacio que o Bispo escreveu para a “Radio Replies”, ao terceiro volume de perguntas e respostas sobre fé Católica, do Padre Leslie Rumble e Charles Carty, padre apologista do século XX. O prefacio é bastante longo, mas vale a pena ler na integra. Minha parte favorita do prefacio é quando Sheen argumenta sobre uma “marca” não oficial da Igreja de Cristo que seria odiada pelo mundo:</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Se eu não fosse católico e estivesse procurando a verdadeira Igreja hoje, eu poderia procurar uma igreja que não se desse bem com esse mundo, em outras palavras, eu procuraria a igreja que o mundo odeia. Minha razão para tal atitude é que se Cristo está em todas as igrejas do mundo, ainda assim ele continuaria sendo odiado como ele foi quando esteve corporalmente presente entre nós. Se você se encontrasse com Cristo hoje, então encontraria a Igreja que não se dá bem com esse mundo.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Procure a Igreja que é odiada no mundo como Cristo também foi. Procure a Igreja que é acusada de ser ultrapassada, como Cristo foi acusado de ser ignorante. Procure a Igreja que os homens escarneiam como se fosse uma sociedade inferior, assim como acusaram Cristo de ser Nazareno. Procure a Igreja que é acusada de ter um demônio como Cristo também foi acusado de estar possuído por Belzebu, o príncipe dos demônios. Procure a Igreja que, em tempos de fanatismo, os homens dizem que deve ser destruída, como crucificaram Cristo e achavam que estavam fazendo isso para agradar a Deus. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo porque ela afirma ser um pilar infalível, como rejeitaram a Cristo quando Ele afirmou ser a Verdade. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo, da mesma forma que Cristo foi rejeitado pelos homens.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Procure a Igreja que em meio à confusão de conflito de opiniões por seus membros, é a Igreja amada de Cristo e o rebanho respeita a voz do seu Pastor.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Só o que é propriamente divino pode ser infinitamente amado e odiado. A Igreja é divina (Rádio Replies, vol. 1, prefácio, p. Ix, ligeiramente editados para facilitar a leitura).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Termino o artigo afirmando mais uma vez: procurem a Igreja Católica.</span></p><address
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Em Cristo, com Maria, seu irmão, Tiago Rodrigo Silva - Apostolado Spiritus Paraclitus.</span></address><address
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Traduzido de: http://www.catholic.com/blog/michelle-arnold/quotes-and-rumors-of-quotes</span></address><address
style="text-align: justify;"> </address>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/magisterio/papado/como-procurar-a-igreja-de-cristo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A Compaixão de Deus e a Compaixão de Maria.</title><link>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/a-compaixao-de-deus-e-a-compaixao-de-maria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-compaixao-de-deus-e-a-compaixao-de-maria</link> <comments>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/a-compaixao-de-deus-e-a-compaixao-de-maria/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 May 2013 13:02:07 +0000</pubDate> <dc:creator>tiago rodrigo silva</dc:creator> <category><![CDATA[Destaques]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.paraclitus.com.br/?p=9656</guid> <description><![CDATA[<p><img
width="720" height="478" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2013/05/483901_517494581645234_1398073288_n.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="483901_517494581645234_1398073288_n" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Maria no mistério da cruz e da ressureição. Uma breve meditação de Joseph Ratzinger- Papa Emérito Bento XVI- no livro “Maria, a Igreja nascente” de grande interesse teológico e espiritual. </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">A passagem começa meditando as palavras do velho Simeão: “Ele será motivo de queda e elevação de muitos em Israel, e será sinal de contradição... quanto a ti, uma espada te atravessará a alma” (Lucas 2,34).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">A espada atravessará seu coração: isso faz referencia á Paixão de seu Filho, que se tornará também a Paixão da Mãe. Essa paixão já começa na visita ao templo: Maria deve aceitar a vontade do Pai, deve aprender a deixar livre aquele que Ela deu a luz.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Deve levar até o fim o “sim” dito para fazer a vontade de Deus que a tornou Mãe de seu Filho: se retirar e coloca-lo em liberdade para a sua missão. Do inicio da vida pública de Jesus até sua Paixão, foi dado um passo importante que será consumido na cruz com as palavras “Eis aí o teu filho”: desse momento em diante, seu filho já não é somente Jesus, mas também o discípulo. A aceitação e a disponibilidade é o primeiro passo que se exige dela, o deixar e dar a liberdade é o segundo. Só aqui se faz completa a sua maternidade: “Bendito o seio que te criou” só se faz verdadeiro quando se trona parte de outra bem aventurança. “Mais benditos são os que ouvem a Palavra de Deus e as guardam” (Lucas 11,27). </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Assim, Maria está preparada para o mistério da cruz, que não termina simplesmente no Gólgota. Seu Filho continua sendo sinal de contradição, e assim ela segue submersa na dor da tal contradição, na dor da maternidade messiânica. </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Especialmente querida para a piedade cristã, ele se tornou de modo preciso a imagem da Mãe sofredora, convertida totalmente em compaixão, com seu Filho morto em seus braços. Na Mãe que compadece, encontramos nos sofrimentos de todos os tempos o reflexo mais puro de compaixão divina que é o único consolo verdadeiro. Pois toda dor, todo padecer é, em sua ultima essência, isolamento, perca de amor, algo que não está bem e alguém que não se aceita. Só o “com” pode curar a dor.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Em Bernardo de Claraval se encontra esta palavra maravilhosa: Deus não pode padecer, mas pode compadecer (1). Bernardo coloca um certo ponto final á disputa dos Padres acerca da novidade do conceito do cristão de Deus. No pensamento antigo, a essência de Deus pertencia a impassibilidade da pura razão. Para os Padres era difícil rejeitar esta ideia e conceber alguma “paixão” de Deus, mas pela Bíblia vinham, perfeitamente, porem, que a “revelação da Bíblia” “faz estremecer... [tudo] o que o mundo havia pensado sobre Deus”. Viam que em Deus há uma paixão muito intima que inclusive é a sua essência genuína: o amor. E porque ama o padecimento não Lhe é distante na sua forma de compaixão. “Em seu amor ao homem, o Impassível sofreu a compaixão misericordiosa”, escreve Orígenes a esse respeito (2). Se poderia dizer que a cruz de Cristo é a compaixão de Deus pelo mundo. No Antigo Testamento Hebreu, o compadecer de Deus não se expressa como um âmbito psicológico, mas também corresponde à modalidade correta do pensamento semítico, se designa como um vocábulo que em seu significado básico denota um órgão corporal, a saber «rahamim», que no singular significa o claustro do seio materno. O mesmo que “coração” equivale a sentimento, e “lombos” e “rins”, ao desejo e a dor, assim o seio materno se converte na palavra que denota a solidariedade com o outro, em referencia muita profunda á faculdade do ser humano existir para o outro, se assumir-se em si mesmo, de suportar-se e suportando-se, lhe dar a vida. O Antigo Testamento nos diz, com uma palavra de linguagem do corpo, como Deus nos contem em si, nos leva em si com um amor que compadece (3).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">As línguas nas quais o Evangelho entrou no mundo pagão, não eram conhecidas por eles em sua forma de expressão.  Mas a imagem da Pietá, a Mãe que padece pelo Filho morto, se tornou a tradução viva dessa palavra: nela fica patente o padecer materno de Deus. Nela se fez visível, tangível. Ela é a “compaixão” de Deus, representada por um ser humano que se deixou implicar plenamente no mistério de Deus. Mas, visto que a vida humana é em todos os tempos padecer, a imagem da Mãe que padece, a imagem dos «rahamim» de Deus, chegou a ser muito importante para a cristandade. </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Só nela tem fim a imagem da cruz, porque Ela é a cruz assumida, que se partilha em amor, aquela que nos permite experimentar em sua compaixão a compaixão de Deus. Assim, a dor da Mãe é a dor pascal que manifesta a transformação da morte em solidariedade redentora do amor. </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Assim, só aparentemente nos teríamos afastado do "Alegra-te" com o qual começa a história de Maria. Pois a alegria que lhe foi anunciada não é a alegria banal que se concreta no esquecimento do abismo do nosso ser, e por isso, está condenada a cair no vazio. É a verdadeira alegria que nos faz arriscar sair do amor para adentrar no interior ardente da santidade de Deus. Essa é a verdadeira alegria, que com a dor não se destrói, mas sim, chega a sua maturidade. Só a alegria que se mantem firme entre a dor e é mais forte que a dor é a verdadeira alegria.</span></p> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif;"> <span
style="font-size: x-small;">(1) "In Cant 's. 26, n. 5, PL 183, 906: "impassibilis est Deus, sed non incompassibilis". Cf. H. de Lubac, "Geist aus der Geschichte. Das Schriftverständnis des Origens, Einsiedeln 1968 (original em francês 1950), p. 285. O capítulo inteiro "Veja Gott des Origens ', p. 269-289, é importante para este problema. H. U. von Balthasar tentou adjacente repetidamente esta questão da "dor de Deus" last in: ID 5, "The Last Act", Madrid, 1997, p. 210-243).</span></span> <span
style="font-size: x-small; font-family: Droid Sans,sans-serif;">(2) H. de Lubac, op. cit., p. 286.</span> <span
style="font-size: x-small; font-family: Droid Sans,sans-serif;">(3) Por isso, é importante ver a nota 52 da encíclica do grande João Paulo II "Dives in Misericordia" (Sobre a misericórdia divina) Ver também nota 61.</span><em><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #888888;">Traduzido por Tiago Rodrigo da Silva - Apostolado Spiritus Paraclitus, do original em espanhol “COM-PASIÓN DE DIOS COM-PASIÓN DE MARÍA” da web site arvo.net. </span></em>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
width="720" height="478" src="http://www.paraclitus.com.br/wp-content/uploads/2013/05/483901_517494581645234_1398073288_n.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="483901_517494581645234_1398073288_n" /></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Maria no mistério da cruz e da ressureição. Uma breve meditação de Joseph Ratzinger- Papa Emérito Bento XVI- no livro “Maria, a Igreja nascente” de grande interesse teológico e espiritual. </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">A passagem começa meditando as palavras do velho Simeão: “Ele será motivo de queda e elevação de muitos em Israel, e será sinal de contradição... quanto a ti, uma espada te atravessará a alma” (Lucas 2,34).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">A espada atravessará seu coração: isso faz referencia á Paixão de seu Filho, que se tornará também a Paixão da Mãe. Essa paixão já começa na visita ao templo: Maria deve aceitar a vontade do Pai, deve aprender a deixar livre aquele que Ela deu a luz.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Deve levar até o fim o “sim” dito para fazer a vontade de Deus que a tornou Mãe de seu Filho: se retirar e coloca-lo em liberdade para a sua missão. Do inicio da vida pública de Jesus até sua Paixão, foi dado um passo importante que será consumido na cruz com as palavras “Eis aí o teu filho”: desse momento em diante, seu filho já não é somente Jesus, mas também o discípulo. A aceitação e a disponibilidade é o primeiro passo que se exige dela, o deixar e dar a liberdade é o segundo. Só aqui se faz completa a sua maternidade: “Bendito o seio que te criou” só se faz verdadeiro quando se trona parte de outra bem aventurança. “Mais benditos são os que ouvem a Palavra de Deus e as guardam” (Lucas 11,27). </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Assim, Maria está preparada para o mistério da cruz, que não termina simplesmente no Gólgota. Seu Filho continua sendo sinal de contradição, e assim ela segue submersa na dor da tal contradição, na dor da maternidade messiânica. </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Especialmente querida para a piedade cristã, ele se tornou de modo preciso a imagem da Mãe sofredora, convertida totalmente em compaixão, com seu Filho morto em seus braços. Na Mãe que compadece, encontramos nos sofrimentos de todos os tempos o reflexo mais puro de compaixão divina que é o único consolo verdadeiro. Pois toda dor, todo padecer é, em sua ultima essência, isolamento, perca de amor, algo que não está bem e alguém que não se aceita. Só o “com” pode curar a dor.</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Em Bernardo de Claraval se encontra esta palavra maravilhosa: Deus não pode padecer, mas pode compadecer (1). Bernardo coloca um certo ponto final á disputa dos Padres acerca da novidade do conceito do cristão de Deus. No pensamento antigo, a essência de Deus pertencia a impassibilidade da pura razão. Para os Padres era difícil rejeitar esta ideia e conceber alguma “paixão” de Deus, mas pela Bíblia vinham, perfeitamente, porem, que a “revelação da Bíblia” “faz estremecer... [tudo] o que o mundo havia pensado sobre Deus”. Viam que em Deus há uma paixão muito intima que inclusive é a sua essência genuína: o amor. E porque ama o padecimento não Lhe é distante na sua forma de compaixão. “Em seu amor ao homem, o Impassível sofreu a compaixão misericordiosa”, escreve Orígenes a esse respeito (2). Se poderia dizer que a cruz de Cristo é a compaixão de Deus pelo mundo. No Antigo Testamento Hebreu, o compadecer de Deus não se expressa como um âmbito psicológico, mas também corresponde à modalidade correta do pensamento semítico, se designa como um vocábulo que em seu significado básico denota um órgão corporal, a saber «rahamim», que no singular significa o claustro do seio materno. O mesmo que “coração” equivale a sentimento, e “lombos” e “rins”, ao desejo e a dor, assim o seio materno se converte na palavra que denota a solidariedade com o outro, em referencia muita profunda á faculdade do ser humano existir para o outro, se assumir-se em si mesmo, de suportar-se e suportando-se, lhe dar a vida. O Antigo Testamento nos diz, com uma palavra de linguagem do corpo, como Deus nos contem em si, nos leva em si com um amor que compadece (3).</span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">As línguas nas quais o Evangelho entrou no mundo pagão, não eram conhecidas por eles em sua forma de expressão.  Mas a imagem da Pietá, a Mãe que padece pelo Filho morto, se tornou a tradução viva dessa palavra: nela fica patente o padecer materno de Deus. Nela se fez visível, tangível. Ela é a “compaixão” de Deus, representada por um ser humano que se deixou implicar plenamente no mistério de Deus. Mas, visto que a vida humana é em todos os tempos padecer, a imagem da Mãe que padece, a imagem dos «rahamim» de Deus, chegou a ser muito importante para a cristandade. </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Só nela tem fim a imagem da cruz, porque Ela é a cruz assumida, que se partilha em amor, aquela que nos permite experimentar em sua compaixão a compaixão de Deus. Assim, a dor da Mãe é a dor pascal que manifesta a transformação da morte em solidariedade redentora do amor. </span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #000000;">Assim, só aparentemente nos teríamos afastado do "Alegra-te" com o qual começa a história de Maria. Pois a alegria que lhe foi anunciada não é a alegria banal que se concreta no esquecimento do abismo do nosso ser, e por isso, está condenada a cair no vazio. É a verdadeira alegria que nos faz arriscar sair do amor para adentrar no interior ardente da santidade de Deus. Essa é a verdadeira alegria, que com a dor não se destrói, mas sim, chega a sua maturidade. Só a alegria que se mantem firme entre a dor e é mais forte que a dor é a verdadeira alegria.</span></p> <span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif;"> <span
style="font-size: x-small;">(1) "In Cant 's. 26, n. 5, PL 183, 906: "impassibilis est Deus, sed non incompassibilis". Cf. H. de Lubac, "Geist aus der Geschichte. Das Schriftverständnis des Origens, Einsiedeln 1968 (original em francês 1950), p. 285. O capítulo inteiro "Veja Gott des Origens ', p. 269-289, é importante para este problema. H. U. von Balthasar tentou adjacente repetidamente esta questão da "dor de Deus" last in: ID 5, "The Last Act", Madrid, 1997, p. 210-243).</span></span> <span
style="font-size: x-small; font-family: Droid Sans,sans-serif;">(2) H. de Lubac, op. cit., p. 286.</span> <span
style="font-size: x-small; font-family: Droid Sans,sans-serif;">(3) Por isso, é importante ver a nota 52 da encíclica do grande João Paulo II "Dives in Misericordia" (Sobre a misericórdia divina) Ver também nota 61.</span><em><span
style="font-size: small; font-family: Droid Sans,sans-serif; color: #888888;">Traduzido por Tiago Rodrigo da Silva - Apostolado Spiritus Paraclitus, do original em espanhol “COM-PASIÓN DE DIOS COM-PASIÓN DE MARÍA” da web site arvo.net. </span></em>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.paraclitus.com.br/2013/destaques/a-compaixao-de-deus-e-a-compaixao-de-maria/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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